Capítulo 32

2635 Palavras

Eu corro tão rápido que fico sozinha no corredor da caverna, o último som que ouço vir do Olfélome é a sua gargalhada sinistra, mas me parece que eu deixei ele um pouco irritado. No momento em que chego do lado de fora, eu corro na direção das bruxas e faço sinais para que me ajudem. Elas entendem o recado e saem detrás das árvores para o meu encontro. Doze bruxas agora apontam suas varinhas para a entrada da caverna e eu ainda estou no caminho, então me jogo no chão. — Atenção, bruxas — grita Iona. — Atacar! — ela ordena assim que várias bestas começam a aparecer. Várias bolas de fogo cheias de fagulhas pipocando ao redor saem das varinhas como cometas e atingem as bestas como fogos de artifício. As bestas explodem em pedaços, mas a quantidade é muita. Eu vou me arrastando para fora d

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