— Ela encontrou a carta. — o motorista encarou a governanta, parecendo indiferente. — pelo menos, parte dela? — Que carta? — A que Morgana deixou contando quem era seu pai. — o homem viu o instante em que o rosto da governanta perdeu a cor. — Achei que todas tivessem sido queimadas. — o motorista negou e encarou a mulher com desgosto. — Lhe disse mil vezes que jamais lhe julgaria naquela época por ter feito uma escolha r**m, mas agora... Conte a ela. Uma hora ou outra, ela vai descobrir. — mas a governanta negou e se levantou, seus olhos estavam fixos no chão. — Adele, você não tem que ter medo. — Não posso. — seus olhos estavam lacrimejando quando encarou seu irmão novamente. Ela sabia que ele jamais a julgaria, mas tinha omitido informações por tempo demais. — Eu jurei. — Ela

