— Tá bom, Felipe! — Beatriz disse, rindo. Ela virou a lata, encostada na pia, e bebeu o mais rápido que pôde. Ele se aproximou, encostou nela. Beatriz saiu e foi para a sala, ele a seguiu como se fosse a coisa mais normal do mundo. Sentou-se ao lado dela e começou a pegar em seu cabelo, em sua coxa, acariciando-a. Ele beijava seu pescoço, sua nuca, e ela permanecia parada, sem reação, ignorando, mas com o corpo em chamas. Quando ele se aproximou de seus s***s, Beatriz não aguentou, cedeu, tirou a parte de cima e direcionou a cabeça dele para que a beijasse. Deitou-se no sofá, ele se colocou por cima, e começaram a se beijar intensamente. Depois, ela se levantou, ajoelhou-se, abriu a calça dele e começou a beijá-lo. Estava muito bêbada e ousada. Ele a pegou no colo e a carregou até o quar

