Sinto o músculo dela se contrair, espremendo meu pa*u. Ela cede aos espasmos e treme em meus braços, os olhos revirados. Aumento o ritmo e me permito gozar sem reservas, gemendo alto e apertando sem piedade o corpo farto, macio entre meus dedos. Ela para de se mover e me encara, ainda sentada sobre mim, meu pa*u ainda dentro dela. Acaricia meu rosto e beija meus olhos fechados, um de cada vez. Em seguida seus lábios percorrem a linha do meu maxilar e pairam sobre os meus. — Gostei da surpresa. Estava com saudade de você. — De mim ou do meu p*au? — Dos dois — ela sorri. — Afinal, um vem acompanhado do outro, não é mesmo? Ela sai de cima de mim e se joga sobre o colchão. Acende um baseado que já está estrategicamente apertado e traga, encarando o teto. — Mona... — Hum...? — Pr

