Eram seis e meia da manhã e o sol m*l erguera-se sobre o horizonte. Lya fora despertada subitamente meia hora antes pelo choro de Sarah e os sons das portas dos armários, que Logan batia com violência. Precisava de uma xícara de café. — Onde diabos esse maluco pode ter escondido o café? — perguntou a si mesma, vasculhando os armários da cozinha. Havia passado uma noite terrível, virando-se na cama e imaginando comodeixara-se convencer a aceitar uma situação tão absurda. Estar perto de Sarah era maravilhoso, glorioso, mesmo que Logan não a deixasse fazer muito mais do que segurar o bebê. Ele ainda não confiava nela, e Lya sentia-se ressentida por ser mantida longe da sobrinha. Determinada a não passar mais tempo perto de Logan do que o estipulado

