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2390 Palavras

Charles teve que usar toda a sua força para dominar a criança. O menino lutava como um animal encurralado, seus braços e pernas parecendo garras. Dava pontapés, arranhava e mordia. Mas Charles o segurou com firmeza, impressionado com a resistência que encontrava. Finalmente a criança parou, exausta, a respiração irregular, os olhos baixos. Penalizado, mas precavido, Charles levantou o garoto pelos bracinhos finos. — Não vamos machucar você, infante. Não tenha medo. Onde estão seus pais? Você é filho de quem? O menino continuava calado, olhando para ele com desconfiança e medo. — Pauvre petit — murmurou Charles. — Você parece faminto. Foi por isto que estava roubando a nossa comida? — A doçura do sorriso de Charles tocou o coração de Viv, enquanto olhava o menino. Era um garoto franzin

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