Naquela noite, Viv não conseguiu comer nada. Só a muito custo Luci convenceu-a a voltar à suíte. — Charles vai aparecer e não conseguirá encontrá-la — disse a Viv. — Se quiser, eu ficarei com você. Gil vai virar está ilha de ponta-cabeça. Ele encontrara seu marido. Viv foi com ela, o rosto desfigurado pelo sofrimento, o coração pesado. Luci deu-lhe a caixinha de cetim branco que ela não tinha aberto e pegou a bela orquídea branca. As duas atravessaram silenciosamente o saguão, saindo para a suave noite tropical. Viv apertava a caixa contra o peito. Onde estaria seu marido, tão belo, tão cheio de vida? — Quer que eu fique aqui? — Luci perguntou, já na suíte. — Não, é melhor não. Charles poderá não gostar de ter uma testemunha em sua noite de núpcias. — Isto mesmo. Promete que vai para

