Ambra não percebeu quando o avião aterrissou. Foi despertada suavemente pela aeromoça, que a chamava com uma voz gentil. Ao abrir os olhos, a primeira coisa que notou foi que Vincenzo, que havia estado sentado à sua frente durante o voo, já não estava mais ali. Ele não a esperou para descer. O fato a atingiu como um pequeno golpe, uma lembrança de que, por mais próximos que estivessem fisicamente, havia uma distância emocional entre eles que parecia impossível de ignorar. Ela se lembrou de que estavam viajando no jato particular de Vincenzo. A viagem havia sido tão confortável que ela passara a maior parte do tempo dormindo, embalada pelo silêncio e pela suavidade do voo. Agora, porém, a realidade a chamava de volta, e ela se sentia estranhamente deslocada. — Obrigada — murmurou Ambra, a

