Vincenzo, com um movimento rápido e determinado, segurou os braços de Ambra, puxando-a para si. O aperto dele era firme, quase esmagador, e ela imediatamente começou a se debater, tentando desesperadamente escapar. O pânico e a adrenalina corriam por suas veias, alimentando seu instinto de fuga. — Me solta! — gritou ela, a voz carregada de desespero. Mas Vincenzo não afrouxou o aperto, seus olhos fixos nos dela, cheios de uma intensidade que beirava a fúria. Ele estava decidido a não deixá-la escapar, nem física, nem emocionalmente. — Ambra, pare! — ordenou ele, a voz grave e autoritária, mas não havia suavidade em suas palavras. Ela continuava a se debater, o corpo tenso e os olhos arregalados pelo medo. O terror a fazia lutar ainda mais, os punhos cerrados contra o peito dele enqua

