— Proponho uma experiência, vamos tentar do meu jeito por, pelo menos, seis meses. — disse, o cenho franzido numa expressão que não admitia objeções: — Caso as coisas se tornem complicadas, tentamos do seu jeito, que, sinceramente, ainda não entendi qual seja. Estava tão imersa na conversa que quase saltou da cadeira quando o garçom aproximou-se da mesa com outra xícara de café preto e depositou-a em frente a Jules, que, agradeceu e voltou-se novamente para Amanda: — Devia provar o croissant daqui. Ela meneou a cabeça em negativo, e o garçom afastou-se do mesmo modo que se aproximara, discretamente. Observou Jules sorver o café sem açúcar. — Essa é a sua proposta? Não sei se me sinto bem trabalhando para o homem com quem durmo. Pode soar como algo feminista, eu sei, mas não acho agradá

