— Quando acordo, é como se eu estivesse acordando novamente há 15 anos. Estou deitada novamente no quarto que era meu e do Enzo. E tudo me cheira tão familiar. É como se o tempo não tivesse passado. Eu fico esperando que o Enzo entre por aquela porta como antes, furioso. E após brigar e jurar que nos odiamos, simplesmente fó*der como se não houvesse amanhã. Fecho os olhos e quando abro novamente, tudo começa a ficar claro. E dou um pulo da c ama. Minha cabeça doí muito. — Alice! Gabriel! Eu tento me levantar com todas as minhas forças e vou em direção da porta do quarto. Quando eu abro dou de cara com o Enzo, que parece ia entrar. Ele me agarra. — Aonde você vai? O médico disse que você precisa descansar. — Meus filhos! O Gabriel! Aqueles meninos estavam batendo nele. E a Alice… Meu Deus,

