CAPÍTULO 30 PRISCILA —Te peguei—ele diz sorrindo com aquele ar diabólico. —Me solte seu maldito—digo me debatendo e sinto o meu rosto arder quando ele me bate. —Cale a boca sua v***a, ou eu te mato agora mesmo, eu pensei que você tivesse morrido naquela cachoeira, mas você voltou como um maldito fantasma, se infiltrou na nossa família para se vingar de nós —ele diz. —Por favor, me deixe em paz, eu não disse nada ao seu irmão, eu estou grávida, é sua sobrinha, sangue do seu sangue, eu não sabia quem ele era quando eu conheci, eu não sabia quem vocês eram—digo, tentando fazer aquele monstro ter algum deleite de piedade, no seu rosto aquela maldita cicatriz, aquela que eu nunca havia esquecido, aqueles olhos que me assombraram nos ultimos anos, todas as noites. —Você realmente acha que

