capítulo 30

799 Palavras
Ponto de vista de Harry Bicuço seria executado ou por do sol, eu queria e vou visitar Hegrid. Eu, Rony e Hermione descemos para o jantar com todos os alunos, meu irmão Alcivan, sentou com a gente. Depois do jantar não voltamos para a torre da grifinoria, nem Alcivan para o salão da Sonserina. Eu levava a capa da invisibilidade escondida na frente das vestes e tinha que cruzar os braços para esconder o volume. Ficamos em uma sala vazia no salão e ficamos escutando até o lugar ficar totalmente vazio –Tudo bem... Não tem ninguém, vamos vestir a capa.– Falo Caminhamos juntos para que ninguem nos visse, atravessamos o saguão na ponta dos pés e descemos os degraus de pedra que levava os jardins. O sol estava quase se pondo Chegamos a cabana de Hegrid e batemos na porta, levou quase um minuto para ele atender a porta, ele olhou para os lados. –Somos nós, estamos usando a capa, deixe a gente entrar– Fala Alcivan –Vocês não deveriam ter vindo– Sussurrou Hegrid mas deu espaço para que possamos passar, ele fechou a porta e nós tiramos a capa. –Querem um chá?– Oferece Hagrid. –Onde é que está o bicuço, Hagrid?– Pergunta Hermione –Eu levei ele lá para fora, está amarrado no canteiro de abóboras achei que ele devia ver as árvores e... e respirando ar fresco... antes...– As mãos de Hagrid terminaram com tanta violência que a jarra de leite escapoliu e espatifou no chão –Deixa que eu faço o chá Hagrid.– Hermione logo começou a limpar a sujeira. –Tem outra no armário de louça.– Ele se referiu a jarra que avia quebrado. –Nós vamos ficar com você.– Fala Hermione. –Vocês tem que voltar para o castelo, já disse, não quero que vocês assistam a isso. Lágrimas escorriam pelo rosto de Hermione, mas ela logo escondeu de Hagrid e ocupou-se em fazer o chá Quando ele pegou a chaleira e o leite ela soltou um grito –Rony... eu não acredito... é o perebas.– Exclamou Hermione. O queixo de Rony caiu, eu e meu irmão nos entreolhamos, pelo que sabemos perebas foi devorado pelo gato de Hermione, por isso ela e Rony tinha passado um tempo sem se falar –Do que você está falando?– Perguntou Rony não contendo a surpresa. Hermione virou a leiteira e o rato saio de lá, mas logo correu para voltar para dentro –Perebas o que você está fazendo aqui?– Rony pergunta. Alcivan logo pegou o rato do amigo e olhou bem para ele. –Ele está h******l, mais magro e perdeu muito pelo.– Fala Alcivan analisando o rato. O rato se debatia nas mãos de Alcivan, como se quisesse fugir –Tudo bem perebas, não tem gatos aqui para te machucar.– Fala Rony indo ate meu irmão. O mesmo pegou o rato. Hagrid se levantou derepente com os olhos fixos na janela –Aí vem eles, vocês tem que sair daqui. –Fala Hagrid. Nós quatro nos levantamos. Um grupo de homens descia os degraus do castelo, de frente deles estava Alvo Dumbledore. Rony enfiou perebas no bolso e Hermione pegou a capa. –Vou abrir a porta dos fundos para vocês. – Explica Hagrid. Nós saímos pela porta e viram bicuço. Por mais que quiséssemos ficar ali, não podíamos, iríamos encrencar Hagrid ainda mais se fossemos pegos. Quando contornamos a cabana de Hegrid ouvimos a porta da frente se fechar, com uma batida seca –Por favor, vamo nos apresar, eu não posso suportar.– Fala Hermione claramente perturbada. Ponto de vista da autora Os quatro começam a subir a encosta gramada em direção ao castelo. O sol aí se pondo despesa agora. Rony parou muito quieto –Vamos logo Rony, por favor.– Pede Hermione. –É o perebas, ele não quer parar.– Responde o ruivo. Rony se curvou tentando segurar perebas em seu bolso, mas o rato estava ficando furioso –A Rony vamos logo eles vão executar o Bicuço.– Hermione continua a apresar. –Ok... perebas fique quietinho.– Rony tenta conter o rato. Eles avançaram; Harry, alcivan, como Hermione, estavam tentando não escutar o ruído s***o as vozes as costas deles. Rony parou mais uma vez. –Não consigo segurar ele ponto... Perebas, Cala a boca todo mundo vai nos ouvir– Rony exclama. O rato guinchava alucinado, Mas não tão alto suficiente para abafar os ruídos que vinham do jardim de Hagrid. Ouviu-se um rumor de vozes masculinas, um silêncio e então, sem aviso, o som inconfundível de um machado cortando o ar e batendo sobre o alvo. –Eles executaram o bicuço! Eu não acredito.– Fala Harry.
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