Meu pai entrou na sala fechando todas as janelas, as alunos que estava conversando logo parara. Claro que pararam, meu pai não é bem um poço de paciência.
–Abram na página 394.– Logo toda a turma obedeceu.
–Com licença senhor, onde está o professor Lupin?– Harry pergunta se dirigindo o meu pai, fazendo toda a turma dar atenção eles dois.
–Isso não é da sua conta, é Potter? Basta vocês saberem que seu professor está impossibilitado de dar aulas no presente momento, página 394.–Meu pai começa a andar frente a turma.
Todos já tinham aberto os livro quando...
–Lobisomens, mas professor, criaturas noturnas só vem depois.– Hermione como sempre sendo a metida sabe tudo.
–Calada.– Meu pai simplesmente ingnora a garota e continua andando pela sala
Eu fiquei brincando com o meu novo colar. Para sem sincera, não estou nem ai para essa aula. Sei que as intenções do um pai com isso é fazer com que algum aluno descubra sobre o professor Lupin e eu acho isso um golpe baixo.
–Algum sabe me dizer a diferença entre um animago e um lobisomem?– Pergunta meu pai. Como eu disse, um golpe baixo.
Hermione logo levantou a mão, eu sabia a resposta porém estava mais concentrada em observar a minha imagem e do marcos em meu colar. Estávamos tão fofinhos.
–Ninguém? Senhorita Black.– Eu suspirei mas quando fui responder.
–Com licença senhor. Um animago é um bruxo que escolhe virar um animal, já um lobisomem não tem escolha, ele se transforma em toda lua cheia e perde a consciência, poderia até mataria seu melhor amigo se cruzace seu caminho. E um lobisomem só responde a um uivo de sua espécie.– Responde Hermione.
Nesse momento Draco imita um lobo, eu baixo minha cabeça e continuo observando a foto, porque o Marcos não me deu a foto antes? Eu teria a colocado em um porta-retratos.
–Obrigada senhor Malfoy, e senhorita já é a segunda vez que fala sem ser autorizada, sera que é incapaz de se manter calada, ou sente prazer de ser uma irritante sabe tudo?Menos 5 pontos para grifinoria.– Fala meu pai.
Pesado, gostei.
–Como antídoto pera ignorância de vocês, quero dois rolos de pergaminhos sobre lobisomens na minha mesa segunda de manhã, dando ênfase em como reconhecemos.– Toda sala ficou indignada
–Mas senhor, amanhã tem quadribol.– Pai avançou com tudo na cadeira de Harry olhando em seus olhos
–Então sugiro que tenha cuidado senhor Potter, nenhuma contusão será desculpa, página 394.– Fala ele voltando para frente a turma
Ja sei em quem eu vou em espelhar para o futuro, claramente eu vou ser igual a meu pai, já tô até vendo.
A aula seguiu normalmente.
O resto do dia também, meu m*l humor estava pior que meu pai na aula de hoje. Percebi que alguns alunos mantinham mais distancia de mim do que o normal, sabermos que eles tem amor a vida.
–Seu humor está pior do que o do professo Snape, tem certeza que não são parentes?– Pergunta Alcivan sorrindo. Nós estávamos no salão comunal.
–Tenho sim, eu sou Thamy Prince Black, e não Thamy Snape Black.– Falo. Prince é o nome de solteiro da minha avó materna.
–Prince?– Pergunta Draco. Por um momento achei que ele conhecia algum Prince.
–Sim, Prince, algum problema?– Pergunto ainda meio na duvida.
–Não nenhum.–Responde Draco
–E eu iludido achando que o humor dela iria melhorar depois dos presentes.– Alcivan começa a pegar os materiais dele que estavam espalhados.
Me levanto
–Vou dormi meninos boa noite.
Fui para meu quarto tomei um banho e coloquei meu pijama, dai eu me lembrei da outra carta, pego a mesma que estava na minha bolsa e começo a ler.
Thamy deu m***a. Já era. Fudeo tudo. Fomos descobertos.
Está eu e Marcos, lindos e plenos explodindo o banheiro feminino como fazemos todos os meses, só que dessa vez a munitora nos pegou, estamos de detenção polo resto do ano. O que faremos?
Pelo amor que você tem a quadribol nos ajude, não aguentamos o professor Avalon Spimer ele está nos matando.
Espero que esteja tudo bem na nova escola!
Olho a hora, vejo que falta uma hora para o toque de recolher, troco de roupa rapidamente, pego minha bolsa, uma pena de repetição rápida e um papel e vou para o salão comunal, onde os meninos ainda estão lá
–Draco, Alcivan, vocês podem me levar ao corujal? E quem sabe me emprestar uma coruja?
–Claro, você pode usar a coruja do Draco.– Fala Alcivan enquanto colocava a sua pena em seu estojo.
–Mas se ela vinher rosa ou vermelha você me paga.– Draco tenta fazer uma piada, mas esse não é o momento.
Nós três saímos do salão comunal.
Comecei a falar durante o caminho para que a pena de repetição rápida possa escrever.
–Vocês são idiotas? Como foram pegos? Ainda mais explidindo o banheiro, se eu estivesse aí teria lançado uma maldição em vocês, francamente.
Bom, para se livrar da detenção, eu estou mandando uma poção polissuco, mas não dá para o ano inteiro, então vocês terão que fazer mais depois. Sei que é arriscado, mas oque é um peido para quem já esta cagado? É um seguinte, vocês lançam a maldição Império em um aluno mais novo que seja péssimo em oclumência só para não ter risco, mas vocês tem que controlar direito a maldição, o professor Sprimer é esperto. Se eu tivesse aí isso não teria acontecido. Porque o Marcos não pensou em nada? Não era ele a mente do grupo?
Quando terminei de falar a carta eu a olho para saber se estava tudo ok, coloco em um envelope e sigo os meninos que estavam rindo, só reviro os olhos, eu estaria rindo também, se não fosse trágico
–Não era você que ia dormir?– Pergunta Draco ainda rindo.
–Amigos em primeiro lugar Malfoy.– Tento me controlar par anão rir junto.
Não demorou muito para chegarmos no corujal, procuro em minha bolsa a poção polissuco e coloco em uma caixinha, procuro minha varinha para usar um feitiço de encolher, para ser mais fácil da coruja levar, já que será uma longa viagem
–Droga, perdi a varinha. Espero que ela esteja no dormitório.
–Eu posso te ajudar– Fala Draco pegando a varinha dele.
Dou um olhar debochado
–Ela não depende de uma varinha esqueceu?– Alcivan fala o obvio
–Qual sua coruja Draco?– Pergunto.
–Essa aqui.– Ele trouxe até mim uma bela coruja preta como a noite. Encolhi o caixinha depois coloquei na coruja, a mesma não demorou muito para levantar vou.
Ficamos no corujal por um tempo apenas olhando a bela noite.
–Gente, nós deveríamos esta no salão comunal, se aquele velho ou aquela gata nos pega não vai ser legal.– Falo.
Saímos do corujal e andamos sorrateiramente pela escola, tudo parecia bem.
–Como eu queria minha capa da invisibilidade agora.– Fala Alcivan.
Capa da invisibilidade? Interessante.
–Esqueceu que essa semana ela fica com o seu irmão.– Fala Draco.
Porque so eu não sabia da capa? Me sinto excluída. Continuamos a seguir rumos as masmorras, estava tudo tranquilo até
– ALUNOS FORA DO SALÃO COMUNAL, PEGUEM OS DELINQUENTES!?– Escuto uma voz esganiçada. Não poderia ser ninguém mais, ninguém menos que Pirraça.
Não pensamos duas vezes antes de sair correndo o mais depreça possível, viramos uns três corredores até pararmos para descansar. Eu estou acabada.
–o que foi isso.– Pergunto tentando regular minha respiração.
Eu, Draco e Alcivan sentamos no chão sem fôlego
–Isso foi o pirraça, o poltergeist.– fala Draco.
–Geralmente, os poltergeist aprontam comigo, não me deduram!– Mano, sério, saudades de Uagadou
–É melhor nós irmos– Fala alcivan depois de recuperar o folego.
Nos levantamos, ainda estamos bem cansados. Mas nada que umaboa noite de sono não resolva. Era apenas isso que queriamos, voltar para a comunal,ir para nosso repectivos quarto e dormir.
–Também acho senhor Potter, que tal passar na minha sala antes de volta para as masmorras?– Nós três gelamos na hora, nos viramos e demos de cara com uma nada contente Mcgonagall, e meu pai estava com a cara de sempre.
–Malfoy, Black e Potter, nos acompanhe.– Fala meu pai.
Nos entreolhamos e seguimos os dois professores. Não tinha o que fazer mesmo. Nada a não ser levantar a cabeça e seguir a vida.
Seguimos em silêncio até a sala de meu pai, já que a mesma fica mais próxima, é também mais próxima do salão comunal da Sonserina.
Nós três sentamos em um sofá encostado na parede e esperamos até os mais velhos se pronuncia, eu olho para Draco que estava com uma cara meio que assustado, Alcivan não estava diferente, ambos estão nervosos, fora os professores eu sou a única que permanesso seria.
–Vocês sabem que quebrarem uma regra bem importante da escola, não sabem? O que tem a dizer em defesa de vocês.– A voz da professora deixava claro que ela não estava nada contente.
Olhei para meus amigos e vi que nenhuma palavra sairia da boca deles, então resolvi falar eu mesma, já que a culpa é minha.
–Desculpa professor Snape, a culpa é toda minha, eu recebi uma carta na hora do café, mas esqueci de ler, depois que li a carta teve que responder imediatamente, e como eu sou nova na escola, ainda não sabia onde era o corujal e nem tinha uma coruja. Draco e Alcivan foram comigo, eu perdi muito tempo escrevendo a carta –Menti na cara dura.– Já que o assunto é sério e um pouco delicado para mim, por isso ultrapassamos o horário. Isso não vai mas se repetir.
Pai me olhava sério, eu também o olhava serio. Graças a Fred consigo mentir descaradamente em momentos como esse. Obrigada Fred por ser um grande mentiroso.
Pai apenas nos deu as costas e sentou na cadeira dele. Não é por nada não, mas eu invejo a capa do meu pai, a minha nunca teve um movimento deses, será que é algum feitiço?
–São alunos de sua casa, Snape. Vou deixá-lo decidir o que fará.– Fala McGonagall.
–Dez pontos vão ser reiterados da Sonserina, de cada um. E todos faram detenção comigo após as aulas, começaram amanhã. Estão dispensados.– Fala meu pai autoritario.
Demos um boa noite e saímos da sala de meu pai. O caminho de volta foi tão silencioso que eu até fiquei admirada.
Chegamos no salão comunal e sentamos no sofá.
–Eu odeio aquele poltergeist.– Exclama Alcivan com raiva.
–Não mais que eu, perdemos trinta pontos para nossa casa e ainda estamos de detenção.– Draco fala também com raiva.
–Pelo menos faremos juntos.– Tento ver o lado positivo, se é que tem um lado positivo.
Luk apareceu voando do nada e pousou no meu colo. O mesmo fecha os olhos e logo dorme. Começo a acaricia-lo, gosto muito do Luk, não sei o que eu faria sem ele. Dou um leve sorriso olhando para o dragão adormecido.
–Acho melhor seguirmos o exemplo do Luk e irmos dormir.– Fala Alcivan enquanto observa Luk.
Draco e Alcivan levantaram, eu levantei com maior cuidado do mundo para não acordar meu Dragão.
Subi até meu quarto onde a Pansy estava conversando com as outras meninas que dividimos o quarto.
Coloquei luk na minha cama, peguei uma toalha e um pijama e fui para o banheiro.
Tomei um banho rápido e relaxante, logo depois de colocar meu pijama, me deitei coloquei e cobertor sobre mim, pouco tempo depois sinto o peso de Luk sobre minha barriga, não me importo muito, já que ele faz isso sempre.
–Temos que concordar que ele é fofo.– Fala uma das meninas. Eu a desconheço.
–Não acho essa coisa escamossa fofa.– Fala Pansy na maior ignorância.
Não dou atenção para ela é durmo, já que amanhã será uma dia longo.