Capitulo 46

1408 Palavras
Parecia que estava em câmera lenta. Fred deu um sorriso mostrando os dentes perfeitamente alinhados e brancos. Ele passou a mão em seu cabelo preto, o cabelo dele cresceu um pouco, não está tão grande como o de meu pai, mas está grande o suficiente para cobrir a metade de seus olhos lilás. O pai de Fred é metamorfomago, então Fred herdou algumas coisas dele, permitindo que ele possa mudar algumas partes de seu corpo, deixando o filho da mãe mais lindo ainda. Para provocar ainda mais, ele umedeceu os lábios com a língua, logo depois mordeu o lábio. Coloco minha mão direita em minha testa, a baixo minha cabeça e faço um sinal de negação. –O Marcos é bonito, mas esse garoto o supera.– Fala Susana Professor Avalon acabou sair da sala de duelos com um garoto que não estava se sentindo bem por efeito de um feitiço –É impressão minha ou ele está vindo para cá?– Pergunta Luna Não lindinha, não é impressão. E pelo sorriso dele, ele vai fazer m***a. O garoto chegou perto de mim e me abraçou. Logo retribui o abraço. Que saudade que eu estava desse menino. – Princesa, que saudades eu estava de você. Por que não avisou que viria, eu e Marcos teríamos feito uma festa para você O filho da mãe teve a audácia de falar em um tom normal, metade da sala escutou, o pessoa de Uagadou ficaram de boa, era normal esse tipo de apelidos vindo de nos. –Lembra da última festa que nós demos no ano passado? não deu muito certo.– falo rindo ao lembrar da festa que demos – Dessa vez daria certo.– Fala ele. Fred me soltou do abraço, mas segurou meu rosto com as mãos. Marcos apareceu e ficou do lado de Alcivan. – Pensei que ele não teria coragem para isso.– Escutei Marcos falar para Alcivan. –Isso o que?– Pergunta Luna Virei minha cabeça para os meu amigos, Marcos estava com um leve sorriso. Fred também olhou para eles, para Marcos especificamente. Ele sussurrou um "você vai morrer" para Fred. Eu não entendi de primeira. A fixa só caiu quando Fred me beijou. Não tinha mais o que fazer né. A m***a já foi feita. Então eu retribui o beijo. Não era a primeira vez que isso acontecia e não será a última, eu acho. Separamos o beijo uns vinte segundos depois. Eu estava com a respiração acelerada, ele também. Alcivan levantou um sobrancelha, Mione deu um sorriso de lado, Susana tombou a cabeça para o lado, a boca de Luna estava em um perfeito "O". Os outros alunos não deram importância. – Senhorita Black e senhor... –Davenport.– Marcos fala o sobrenome de Fred para meu pai Marcos seu desgraçado, ele sabia de tudo, considerando o sorrisinho que ele deu. – ...E senhor Davenport, me acompanhem. Meu pai caminhou até a saída da sala, ele não fez nenhum movimento com a varinha, nem com a mão, mas a porta se abriu sozinha. Força do ódio talvez? Meu pai andava mais rápido que um pelúcio atrás de um saco cheio de ouro, eu e Fred tínhamos que correr de vez em quando para não perde-lo de vista –Você sabe que a gente pode está indo para a morte, né?– Pergunto para meu amigo. –Aí finalmente eu vou descobrir se eu renasço das chamas se eu morrer na minha forma animago. Isso é o que eu mais amo no Fred, independente da situação ele é sempre sarcástico. – Mas se eu voltar como um bebê? Você troca minhas fraldas? Começo a rir no meio do corredor. Realmente, quando uma fênix morre, renaçe como um filhote, se isso acontecer seria engraçado. – Silêncios vocês dois.– Meu pai quase que grita Eu não tenho certeza para onde estamos indo, mas acho que é para os aposentos dos professores. – Porque fez aquilo?– Pergunto na língua das cobras. Meu pai não entende mesmo. – Tava no tédio. Mas vem cá, seu pai não vai entender a gente? – Meu pai não é ofidioglota.– Respondo – Como assim não? Se sua mãe não era ofidioglota, seu pai tem que ser – Mas ele não é – Então, da onde diabos você herdou isso? – Não sei. Mas eu fiz uma pesquisa sobre a família Black e não há nenhum ofidioglota, a mesma coisa com a família Prince – Nera Snape? – Snape é um sobrenome trouxa, Prince é a família bruxa da qual meu pai faz parte. Não conversamos mais nada, até chegarmos em uma sala, meu pai abre a porta, nós entramos. Era um lugar espaçoso e bonito. Como a nossa torre havia quatro porta com os símbolos das casas. Meu pai mandou a gente sentar no sofá, assim fizemos. Ele ficou de pé olhando para nós. – Vocês podem me explicar o que foi aquilo?– Pergunta meu pai Meu pai deu aquele olhar intimidador. Fred perdeu um pouco da postura, já que ele deixou o cabelo mudar para a cor laranja e Fred não gosta da cor laranja no cabelo. – Seu pai é intimidador – Avalon versão Hogwarts.– Respondo –Parem com isso e respondam minha pergunta.– Meu pai estava irritado. Eu dou um sorriso e encosto minhas costas no sofá. Ele se mete em confusão então ele que saia dela. Eu não vou fazer absolutamente nada para ajudar ele. – Desculpa por ter beijado sua filha em sua frente?– Fala Fred Isso saio mais como uma pergunta do que uma afirmação –Como sabe que ela é minha filha? – Dou um sorriso, ele realmente acha que eu não iria falar para meu melhor amigo? – Thamy Bartholy Snape Black, Severo Snape, tá maio na cara não? Na verdade a Amy me contou.– Fred estava bem nervoso. – Quem mais sabe?– Pergunta meu pai. – Diretora, professor Avalon, eu e Marcos.– Fala Fred – Não mude de assunto.– Fala meu pai como se o Fred tivesse enrolando – Mas foi o senhor que... Deixa quieto.– Fred decide não questionar. A sala ficou um tempo em silêncio e foi constrangedor –Vocês estão namorando?– Pergunta meu pai – Não mesmo.– Respondermos eu e Fred ao mesmo tempo Meu pai perguntou rápido, e nos respondemos mais rápidos ainda. –Então porque?– Pergunta Snape – Saudades?– Pergunta Fred – Relaxa pai, Fred não vai mas fazer isso na vista do senhor.– Descido dar uma força – Até porque da próxima vez ele conversa com minha varinha.– Diz meu pai Eu e Fred olhamos um para o outro e nos controlamos para não rir. Eu e Fred não somos conhecidos por sermos muito mente poluída, claro que essa frase é gatilho para nossa mente nada pura. Me levanto e saio da sala puxado o Fred atrás de mim. Estamos andando em direção ao salão de jantar que ficava do outro lado do colégio. –Tem uma coisa que eu quero falar, é sobre o Marcos. – Fala Fred um pouco preocupado. –O que tem ele?– O mesmo me puxa para mas perto e passa a mão ao redor de meu pescoço. Ele não quer que os outros escutem –Só me escuta ok. Acho que você percebeu que o nosso Marcos ficou mais bonito. – Fala ele revirando os olhos –E isso atraiu olhares e atenção das garotas. Lembra da garota que ele sempre foi cadelinha, Juddy Mclean, a goleira do nosso time. Então, ela está tentando algo com nosso amigo para ter mais popularidade. Eu estou tentando afastar ele dela. Mas o cabeça-nerde é burro de mais para perceber a real intenção dela. –Alguém tem que da um jeito nisso aí.– Falo –Alguém né...– Diz Fred –É, alguém.– Falo derrotada, sei que vai ser nós que vamos cuidar disso.– Vamos dar um ultimato nela Faltava muito para chegar no salão de jantar, então tivemos uma ideia. por que não irmos voando? –Que tal uma corrida?– Pergunta Fred. –Tava pensando a mesma coisa. Vamos começar aqui e terminar no salão de jantar, tem que dar uma volta completa no campo de quadribol pelo caminho.– Digo enquanto lembro que já apostamos corrida nesse percurso mais vezes do que posso lembrar
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