Capítulo 28

944 Palavras
 Como eu havia previsto as aulas da manhã foram interrompidas, meu pai pediu minha ajuda para fazer o antídoto, não que ele não conseguisse fazer sozinho, mas por causa da quantidade, como ele não estava em condições de fazer a primeira poção por causa do enjoo eu que fiz. –Aqui pai, pode tomar.  Falei entregando a poção para ele, na sala de meu pai estavam, professora Mcgonagall e o diretor. O antídoto que eu preparei dava para os três tomar  –Obrigada querida.– Agradece Dumbledore assim que eu lhe entrego a poção  –Obrigada.– Minerva também agradece  Os três logo tomam a poção e voltam a cor normal, já que ambos estavam pálidos.  –Sua filha é bem esperta Severo.– Dumbledore fala para meu pai.   Meu pai da um leve sorriso. Meu ego foi nas alturas, não é todos os dias que é elogiada por um bruxo como Alvo Dumbledore. –Não esperava menos de minha filha.– Responde meu pai. –Não seja tão duro com ela severo.– Minerva fala e me da um leve sorriso.   Eu apenas dou um leve sorriso de volta para ela. –Quem será que fez isso?– Faço a pergunta como se eu estivesse realmente preocupada com os que foram afetados. –Não sei, mas logo logo vamos descobrir.– Dumbledore fala confiante.  Volto a mecher a poção que estava em outro caldeirão   Logo a porta da sala de meu pai foi aberta, era Madame Pomfrey, ela estava bem agitada  –Professor Dumbledore, a infermaria está cheia de alunos e professores, ambos estão pálidos e vomitando, meu estoque de antídoto já acabou.– A mulher estava nitidamente desesperada. –Eu já estou providenciando mais antídotos, pode ficar tranquila.– Meu pai tenta tranquilizar a mulher.   Logo Dumbledore e professora Mcgonagall saíram da sala, passei uma boa parte da manhã com meu pai fazendo os antídotos. É sempre bom o tempo que eu fico com ele, então eu não tenho do que reclamar.  Depois de ajudar meu pai fui para a Comunal, escrevi uma carta para Marcos e Fred, falando tudo o que eu fiz, espero que eles estejam a autura.  Vou até o corujal, lá encontro Draco, com uma garota. Que novidade, reviro meus olhos e continuo subindo as escadas, logo encontro uma bela coruja cinza.  –Olá Estrela.– Falo acariciando ela.  Esse foi o nome colocado por Marcos, não que eu não tenha gostado, mas ficou sem graça. Eu colocaria algo mais elaborado.  Acaricio a coruja, coloco a carta e ela logo voa, fico observando a mesma até ela sumir no horizonte  –É uma bela coruja.– Draco fala. Agora o garoto está do meu lado, olhando para o mesmo lugar que eu. –Você está em um estado depluravel, você estava com uma garota ou com uma vampira?   Draco estava com o cabelo bagunçado, uma grande marca no pescoço e a roupa desarrumada, sem falar na marca de batom vermelho. –Pode me dar um jeito? Não seria legal se me visse assim.– Fala ele com cara de inocente  Pego alguma coisas em minha bolsa, como removedor de maquiagem e uma base  –Não seria mais fácil usar feitiço?– Pergunta ele  –Não estou com cabeça para feitiços, senta ali. Ponto para a parte em que a grade de p******o é menos, o mesmo se senta.  Fico entes as pernas dele e começo a retirar as marcas de batom.  –Que batom aquela garota usa?– Pergunto curioso, a cor é bonita, sempre gostei de batom vermelho. –E você pergunta para mim?– Draco me olhou debochado.  Acho que ela queria "marcar" o Draco, ela fez um serviço quase que perfeito, o batom deu trabalho de sair. O que me deu mais curiosidade para saber qual era o batom.  Sinto um cheiro de manta, o cheiro de Draco, é um cheiro bom, não enjoativo, Thame Bartholy Snape Black tira isso da cabeça. –Coloca a cabeça de lado para que eu possa cobrir a marca no seu pescoço. –Falo no tedio. O mesmo logo me obdece, começo a passar a base pelo pescoço do mesmo, não tem como negar, Draco tem uma pele macia.  Isso me lembra das tantas vezes que tive que fazer isso com meu irmão. Quando ele saia com as amigas com benefícios dele, eu que tinha que cobrir tudo depois, graças a Drogo eu sou boa com maquiagem. –Não creio, primeiro pega o mais bonito da lufa-lufa, agora o da Sonserina? Thamy sou seu fã– Alcivan aparece do nada.    Por incrível que pareça, eu e Draco ficamos vermelhos. –Não é nada disso, só estou cobrindo as marcas que uma garota fez.– Respondo simplista. –Com as suas marcas?– Alcivan pergunta. Eles nos olha malicioso, eu e Draco ficamos mais vermelhos ainda  –Alcivan, se controle.– Pede Draco. O garoto se a próxima de nós ainda rindo  –Que isso Draco, geralmente você que fica entre as pernas de uma garota, não ao contrário.– Alcivan comenta.  Fico ainda mais vermelha, então viro a cara e continuo passando a base no pescoço do Draco. Não sei por que isso me afetou tanto. Acho que por ser o Draco, eu já estou acostumada com esse tipo de situação com o Fred e com o Marcos, mas com o Draco foi diferente. –Cala a boca Potter.– Falamos eu e Draco ao mesmo tempo. Depois que eu terminei de "concertar" o Draco, fomos para as primeiras aulas da tarde, Alcivan ainda fazia piadas indecentes, que fazia tanto eu como Draco ficar vermelhos, esse garoto me paga.
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