Capítulo 41

1233 Palavras
 Ouve vários sonserinos reclamando do absurdo de pontos que foi retirado da nossa casa. –Estão dispensados, já que não tem como estudar em uma sala assim.– Fala Snape.  Mas quem disse que conseguíamos sair do lugar? A gosma além de ter um péssimo odor grudava. Todos estava grudados no chão. –Não acredito nisso, senhorita Black, está de detenção.– Fala meu pai com muita raiva. –Quando?– Pergunto rendida. –Hoje, depois do almoço!  Meu pai tentou vários feitiços para tirar agente dali, mas ele não estava tendo muito sucesso   Eu e os meninos aviamos pisado na gosma, então estávamos presos também. –Dray tire os sapatos.– Falo –Porque?– Pergunta ele emburrado. –Vou tentar algo, você será minha cobaia.– Um bruxo não pode contar apena com feitiços diretos, temos que usar a cabeça também.   O mesmo suspirou, depois retirou um pé do sapato  –Não encoste o pé no chão.– Mando.  Wingardium Leviosa    Draco começou a levitar, logo ele retirou o outro pé do sapato. O levei até a porta, ele a abril então o coloqueino chão. Não precisa de feitiço para nos desgrudar da gosma, precisa apenas usar um pouco da cabeça.  –Sua vez Parkinson.– Falo.  Logo ela estava junto a Draco fora da sala. Eles dois lançaram a mesma magia em mim, em pouco tempo, nos três estávamos fora da sala  –Tchau professor, até a detenção.– Falo. Se ele for esperto vai usar a mesma técnica para retirar os outros alunos.  Puxo os dois sonserinos, começamos a andar sem rumo pela escola. –Tenho certeza que o Snape vai achar que foi proposital.– Fala Pansy –Também acho.– Concorda Draco.  Não falo nada, não estou preocupada com o que meu pai vai achar do que eu fiz, apenas quero ir me deitar o efeito da poção que eu tomei pela manhã deve ter perdido o efeito, sinto que minha cabeça vai explodir. – Thamy, você está ficando vermelha.– Fala Pansy  –Desde quando você chama ela pelo primeiro nome?– Pergunta Draco confuso– Mas pensando bem, você tá certa.   Draco coloca a mão em minha testa, enquanto Pansy me olhava atentamente. –Como eu pensava. Nós te acompanhamos até a ala hospitalar.– Pansy fala preocupada.   A sala hospitalar ficava do outro lado do castelo, iríamos andar bastante. No meio do caminho senti minha visão embaçar um pouco, então segurei um braço dos Sonserinos que estavam ao meu lado.  Eles seguraram meu braço também, com descrição claro, nenhum de nós queríamos ser comparados a um bando de lufanos, sem ofensa a casa, gosto de vários estudantes da Lufa-Lufa.   Pisco algumas vezes tentando fazer minha visão voltar ao normal. Sinto uma leve tontura  –Eu não tô nada bem...– Falo com dificuldade.  Meus olhos ficaram pesados, eu perdi os sentidos e apaguei completamente.  Harry P.D.V  Estava na enfermaria, junto dos meus amigos e meu irmão, quando fomos acordados por alguém fazendo escândalo. Abro meus olhos e sento na cama. Os outros já haviam acordado. –O que está havendo aqui?– Madame Pomfrey sai de seu escritório e vem até nós  –Prepare uma cama, a senhora tera outro paciente.– Fala a garota exigente. Não evito revirar os olhos. –Creio que não é você, senhorita Parkinson.– Fala Pomfrey desconfiada. – Vim na frente para te avisar.– A garota responde revirando os olhos. –Faz logo o que eu estou mandando.  Madame Pomfrey arrumou outra cama, não demorou muito para o Malfoy chegar com a Black desacordada em seus braços   –O Príncipe salvando a donzela.– Fala Rony   Eu, Rony e Hermione começamos a rir, Alcivan ficou sério. Ele anda bem próximo do Malfoy e da Black, eu não gostei nada disso. Não tinha como meu irmão arrumar amigo melhores? Mas ele está na Sonserina, acho que não tem ninguém melhor lá. –O que aconteceu com ela, Draco?– Pergunta meu irmão.   Draco? Desde quando ele se chama Malfoy pelo primeiro nome?  Malfoy coloca a garota na cama, depois vem até meu irmão e senta ao lado dele Parkinson ficou ao lado da Sonserina desacordada. –Não sei direito.–Malfoy começa a explicar.– Ela não me parecia bem desde que a encontrei no salão principal. Eu e Pansy ficamos de olho nela. Durante a aula de poções, que foi um desastre, por sinal. Entramos em um consenso, ela não estava nada bem. –Ela não prestou a atenção na explicação do professor, eu achei que ela já sabia da poção que estávamos estudando.– Parkinson interrompe a explicação de Draco.– Mas não era isso, ela usou ingredientes aleatórios, a poção explodiu, a sala ficou totalmente suja de gosma preta, isso inclui os alunos e professor   Eu nem percebi a Parkinson se aproximar  –Ela explodiu a sala com uma gosma preta, e deixou o Snape coberto por ela?– Pergunta Rony impressionado  –Sim.– Responde a morena. –Snape vai m***r ela.– Fala Rony.  Os dois sonserinos voltaram a ficar perto da Black, os dois conversavam algo que eu não pude ouvir. –Desculpa crianças, mas vocês não podem ficar aqui, vocês tem aulas daqui a pouco, melho ir.– Fala Pomfrey para os sonserinos  Madame Pomfrey terminou de examinar a garota e foi para o escritório.   Observo os sonserinos, Parkinson passou a mão no cabelo da Black fazendo um carinho e foi até a porta. Malfoy, deu um beijo na testa da garota e foi ao encontro com Parkinson, ambos saíram da enfermaria  –Malfoy gosta da Black?– Pergunta Hermione.  Hermione pergunta ao meu irmão. Eu e Rony trocamos olhares e prestamos atenção na conversa. –Se ele goste eu não sei.– Responde Alcivan sorrindo.– Vocês devem achar esse lado do Draco estranho, mas quando ele está comigo e com a Thamy, ele não é Malfoy, o Príncipe da Sonserina. Ele é apenas Draco. E pode ter certeza, ele sempre beija a testa da Thamy, geralmente quando vamos dormir. –Nunca pensei que o Malfoy tivesse esse lado romântico.– Fala Hermione surpresa, ate eu estou surpreso. –Protetor.– Corrige Alcivan– De romântico ele não tem nada. Pelo menos ainda não demonstrou.  Hermione levantou e puxou os lençóis brancos quase transparente da cortina, separando nós da Black  –Acho que ela vai querer privacidade.– Fala Hermione.  Dormimos novamente. Quando acordo já era quase meio dia. E novamente eu fui o último a acordar. Decido levantar, mas Rony faz que não com as mãos e aponta para o outro lado da sala. Olho e vejo o Snape conversando com a Black. Um frio percorre minha espinha ao lembrar de ontem.  Não dá para ouvir do que eles estavam falando, mas dava para ver quase que perfeitamente. Meu queixo caiu quando vi o Snape fazendo carinho no cabelo dela, depois deu um beijo na testa da garota e saio da sala.  Olho para os outros que não estavam muito diferente de mim. –O que foi isso?– Pergunto confuso  –Não sei.– Meu irmão esta tão boquiaberto quanto eu –Vocês viram o que eu vi?– Pergunto aos outros apenas para ter certeza do que vi –Ou preciso trocar de óculos?  –Eu também vi.– Fala Hermione. –eu acho que estou alucinando.
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