Capítulo 49

1261 Palavras
Eu estava andando pelos corredores de Uagadou, estava sozinha, usava um vestido branco, que ia até o meio das minhas coxas e era rendado na parte de cima. Não havia ninguém na escola, todas as salas, corredores, banheiros, estavam todos vazios. Nenhum sinal de alma viva. Saio da escola e ando pela floresta, descendo a grande montanha, até chegar em uma cachoeira a beira do penhasco. Observo a água cair, mas algo acontece. A água começa a ficar vermelha. Olho para uma caverna que tem na encosta da montanha, me aproximo calmamente. Já dentro da caverna tento usar magia para me fazer ver melho, um Lumos talvez, mas nada acontece. É como se eu estivesse sem magia. –Venha, venha e veja.– escuto uma voz Fui mais a fundo na caverna, não havia nada além de escuridão. Então decidi sair de lá. Ao sair da caververna vi uma montanha. Não era uma montanha normal, mas sim uma montanha de corpos. Com o susto dei alguns passos para trás. O que mais me doeu foi reconhecer todos os corpos sem vida. Fred, Marcos, Alcivan, Draco, Luna, Hermione, Susana, Harry, Pansy, Rony, Cedrico, Fred, Jorge, meu pai, minha mãe e várias outras pessoas. Meu vestido se tornou vermelho, não era a nova cor dele, era sangue, meus vestido pingava sangue. –Isso tudo foi culpa sua. Finalmente acordo. Não me desespero por causa do sonho, isso já virou cotidiano. Ainda sinto alguém fazendo carinho em mim. Então percebo que minha cabeça ainda está sobre o peito de meu amigo. –Outro pesadelo?– Pergunta Fred –E eu lá sonho outra coisa?– Pergunto triste. Realmente, desde a morte da Mily eu não durmo direito, e apenas piorou com a morte dos meus pais Ele me abraça mais forte e ficamos ali. Fred sempre foi assim, não importa se é eu ou o Marcos, ele sempre está lá para nós. Lembro de uma vez que eu fui chamar eles para o café, quando eu cheguei no quarto Marcos estava dormindo abraçado com Fred, enquanto Fred mexia nos cabelos dele. Eu ia rir, mas Fred falou que ele teve um pesadelo e acordou chorando desesperado, então ele não dormiu, ficou com Marcos a noite toda. –Você deveria ter voltado para o dormitório.– Falo. Ainda bem que ele não voltou para o quarto dele. –Primeiramente, eu não iria deixar você assim nesse estado. É seguidamente, eu não iria correr o risco de ser pego por alguém. –Diz ele –Que horas não?– Pergunto sem me importar muito com as horas. –Deve ser umas quatro da manhã. Você e o Marcos tem que pedir desculpas eu para o outro. –Fred não deveria me dar esse conselho. Entre os três ele é o que menos pede desculpa. –Ele que venha até mim e peça desculpas. Eu não estava errada, então ele que venha até mim e peça desculpas. –Não sei qual de vocês é o mais orgulhoso.– Fred começa a fazer cafune em minha cabeça –Entre nós dois eu não sei.– Eu e Marcos ficamos no empate.– Mas entre nós três é você. Ficamos conversando várias coisas aleatória até da a hora dele ir se vestir para as aulas –Você tem que ir.– Falo rompendo nossas rizadas. –Eu venho prevenido. Ele saio do quarto e voltou pouco tempo depois com um bolsa, onde provavelmente esta a roupa dele e alguns materiais de higiene. Fred sendo Fred –Onde fica o banheiro?– Pergunta ele enquanto joga a bolsa por cima do ombro Aponto para o banheiro e assim ele vai. Me levanto ainda sonolenta, coloco minhas pantufas, arrumo mais o menos o cabelo é vou em direção ao banheiro. –Fecha a cortina, não quero ter a mesma visão daquele dia.– grito para ele antes de entrar no banheiro. Escuto o mesmo gargalhar. –Tá. Pronto, pode entrar.– Responde Fred Entro no banheiro e vou até a pia, escovar meus dentes. Era normal isso acontecer, principalmente quando nos fazíamos festa do pijama, era apenas um banheiro para nós três. Mas eles nunca entraram quando eu estava no banho, segundo eles "é constrangedor". E eles não acham constrangedor eu entrar no banheiro com eles no banho. Já teve uma vez que eu falei "fecha a cortina" e Fred não escutou. Entrei no banheiro e vi ele do jeito que veio ao mundo. Primeiro eu fiquei paralisada, depois sai do banheiro completamente vermelha. Marcos ficou rindo da nossa cara por horas. –Foi tão r**m assim?– Pergunta Fred sobre eu ter visto ele sem nada. –Foi traumatizante.– Falo irônica. Na verdade nem foi. Eu apenas não estava esperando ver aquela sena logo de manhã Termino de escovar meus dentes e vou escovar meu cabelo, pelo espelho vejo o Fred pegar a toalha. Amarro meu cabelo em um r**o de cavalo. Já estava saindo do banheiro quendo sinto meu cabelo ser puxado. Me viro e vejo Fred colocando minha xuxa no braço e me colocando de frente ao espelho. –Que mania f**a de deixar o cabelo amarrado.– Fala ele dando um sorrio. Ele se olhou no espelho por coma do meu ombro e sacudiu o cabelo, molhando o espelho e a mim também. Dou um sorriso de lado e levanto um sobrancelha. Fred pega minha escova e escova meu cabelo, logo depois começa a arrumar o dele, eu apenas o observo durante todo o processo pelo espelho. –Ponto, agora você quer sair do banheiro ou vai me ver trocar de roupa?– Pergunta Fred assim que terminou de arrumar o cabelo que esta em uma cor vinho. –Já estou do lado de fora. Saio com pressa do banheiro, Fred começa a rir atrás de mim. –Foi tão r**m assim?– Pergunta ele sobre a minha pressa de querer sair do banheiro para não vê-lo novamente trocar de roupa. –Nem foi tão r**m, Grande D– Grito para que ele possa ouvir do banheiro. Grande D é um outro apelido de Fred, do mesmo jeito que "cabeça-nerd" é de Marcos. Fred passou um tempo em silencio, acho que digerindo o fato de eu ter achado tão r**m vê-lo sem roupa. Mas não foi mesmo. – AMY, SUA PERVERTIDA! – Grita Fred dentro do banheiro. Começo a rir dele. –Quer que eu continue mentindo?– Grito para ele ouvir. –Não conhecia esse seu lado p********o, você sempre foi a mais quieta de nós.– Fala ele. –Cada cá com suas armas.– Ando ate a porta do banheiro, sei que a essa atura ele já vestiu o básico. Abro a porta do banheiro vendo um Fred apenas de com a calça do uniforme. –Que bela vista.– Falo rindo. –Thamy o que Hogwarts fez com você?– Pergunta Fred rindo. –Você não era assim. –Você sem blusa fica melhor.– Opino. Por dentro estou me matando para não entrar em uma crise de risos, amo a i********e que tenho com Fred e Marcos. Se Marco tivesse aqui estaria se matando de rir. –Quer me ver sem a calça também?– Pergunta ele soltando a blusa sobre a bolsa dele e levando a mão ate o fecho da calça. –Quero sim.– Respondo. Mordo o interior da minha bochecha para não soltar o riso. –Já tô tirando.– Ele realmente estava desabotoando a calça, mas percebi que assim como eu ele estava segurando o riso.
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