P. O. V. A. U. G. U. S. T. O Estou a mais de duas horas torturando Inácio e ele nem sequer me contou algo, já tentei de tudo desde soco inglês à eletrecuda ele. — Essa é sua última tentativa. — Pego uma das minhas lindas facas. — Cadê a Valentina? — Giro a faca nas mãos e coloco sobre sua bochecha. — Eu não... — Forço a faca sobre sua pele abrindo um corte profundo e começo a descer. Seus gritos estridentes já não me incomodam mais e sinto um grande alívio e não sei o porque algo dentro de mim festeja por ele não querer contar logo de primeira, paro a faca. — Vai me dizer aonde ela está ou quer que eu faça o mesmo corte do outro lado do rosto? — Pergunto. — Augusto...Eu juro que se eu soubesse eu falaria. — Ele diz com dificuldade e o sangue escorre por seu rosto se misturando

