Livro II - Capítulo 11

1076 Palavras

 Assim que meu pai disse aquilo, eu sentia que era o fim de minha mãe.   - Mesmo se ela acordar, ela terá severas sequelas e nunca mais vai ser a mesma pessoa que conhecemos.    Eu joguei meu celular longe quando ele tocou mais uma vez e ele se espatifou todo. Eu nem queria ver quem estava ligando, eu só queria silêncio. Eu ainda demorei para ter coragem e entrar no quarto de minha mãe. Ela estava pálida, com faixas enroladas ao redor de sua cabeça e a respiração leve e lenta. Ela estava no soro e dormia profundamente.    - Espero que a senhora acorde logo, mãe. Eu sei que a senhora vai ficar bem.  - eu apertava a sua mão gelada e simplesmente não conseguia conter minhas lágrimas.    Os dias foram de passando mais rápido do que eu desejava e o estado de minha mãe não melhorava em nada.

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