Os seguranças que guardavam o quarto em que meu pai estavam, me olharam com compaixão e nem me perguntaram ou requereram nada, apenas me deixaram passar, deixando a entrada livre para que eu entrasse. O quarto era bem espaçoso com algumas poltronas acomodadas para pessoas que quisessem passar um longo tempo sentadas, ou até mesmo tirar um cochilo. A cama era uma imensa cama de casal com cortinas transparentes e uma enfermeira particular 24hrs. Eu olhei meu pai assim que as portas se fecharam atrás de mim e notei como ele estava pálido, mas ainda lúcido. Ele abriu um grande sorriso ao me ver. - Tonny, você veio! - eu o olhei com desdém, mas meu coração estava congelado em meu peito. Era uma dor que eu não esperava sentir, depois de tudo afinal. - Oi. - eu não sabia o que dizer. Eu

