**Laura Barbosa** Poucos minutos, naquele momento, se estenderam até parecer uma eternidade. Minha ansiedade crescia enquanto eu acompanhava as notificações vibrantes do meu celular. Andrew havia insistido em entrar em contato várias vezes, mas eu resisti à tentação de ler suas mensagens. Não queria correr o risco de responder, mesmo que fosse apenas para iniciar outra briga. Precisava evitar qualquer conversa que prolongasse o tormento. Finalmente, levantei-me da minha cama e segui até a sala. Caminhar de um lado para o outro proporcionava algum alívio momentâneo. Quando a campainha do meu apartamento tocou, soltei um suspiro profundo. O peso da expectativa se transformou em alívio, porque eu sabia que era Juliano. Ao abrir a porta, meus olhos se encontraram com os dele, e não pude evi

