**Laura Barbosa** Acordei quase duas da tarde, minha cabeça latejava como se uma escola de samba estivesse desfilando dentro dela. M@l conseguia abrir os olhos, mas após alguns minutos de luta contra o sono, finalmente consegui vencer a batalha e, ao meus olhos se abrirem, lá estava Juliano, ainda adormecido, deitado ao meu lado. Um discreto sorriso surgiu em meus lábios ao relembrar da noite anterior. Nossa noite juntos havia sido intensa, movimentada de uma forma incrível, mas agora, com o álcool já longe do nosso sistema, uma ligeira vergonh@ me envolvia. Com cuidado, levantei-me da cama e segui até o banheiro. Enquanto fazia minha higiene matinal, pensei nas escolhas que nos levaram a essa situação. Era um desejo proibid0, errado, mas ao mesmo tempo tão incrivelmente pr@zeroso que eu

