— Tia... O que é tudo isso? — perguntou Devlin, boquiaberta. O closet de Wendy se abria para uma sala totalmente feita de paredes pretas, com luzes amareladas que faziam refletir nos vidros de uma grande cápsula que poderia muito bem caber uma pessoa, duas mesas encostadas na parede com o que se pareciam ser armas da grossura de uma coxa masculina e munições cujo projétil tinha uma de suas áreas laterais vazada para que fosse possível ver um líquido lá dentro, e um grande quadro com fotos e linhas vermelhas que subiam umas pelas outras para poder chegar a uma imagem no centro de tudo, que mostrava uma figura mascarada e sombria. — Isso, minha querida, são anos de uma pesquisa fascinante sobre um herói da era moderna — disse Wendy, abrindo um sorriso de astúcia. — Aqui está o meu maior

