— Como assim Tristan está furioso porque saímos? — perguntou Devlin, movendo-se no banco do passageiro. O motorista, como todos os capangas de Tristan, fingiu não escutar. Ela quase gemeu de frustração ao perceber que deveria ter insistido que o segurança a as acompanhar fosse aquele que sua tia sempre mandava. Sandy não parava de comer suas unhas até chegar na carne. — Wendy nos deixou sair. Ele não pode falar nada e nem fazer nada. Seguimos uma autorização dela. Sem falar que estávamos com um segurança o tempo todo. Ah, vamos, Sandy. Não é possível que você esteja nervosa desse jeito. — Eu só sei que ele mandou que voltássemos e disse que nos esfolaria vivas — disse Sandy, empalidecendo. Devlin nunca havia visto alguém com um gênio tão forte quanto Sandy parecer tão doente de repente.

