Adrian recuou abruptamente. — Pare. — Mas eu só... Ele viu o amor brilhando nos seus olhos azuis, percebeu que ela só queria abraçá-lo, o que só fazia aumentar a sua dor. Não era digno do respeito de Hester, de sua ajuda, e nem de seu amor. — Escute o que digo, Hester. Não preciso de sua preocupação ou de seu consolo. Escolhi o meu caminho e o trilharei... sozinho. — Não precisa estar sozinho. — Preciso sim. Eu quero assim. — Não, não quer. Uma guerra era travada entre o coração e o cérebro de Adrian, entre seu futuro e seu passado, entre seu desejo e seus receios. Ela era a única mulher capaz de lhe proporcionar paz e felicidade. Então ele cedeu. Estendeu os braços para a dama e a puxou para si. Hester suspirou, quando os corpos se tocaram e o amor deles explodiu. — Amo você — e

