Helena . . .
Posso estar errada em pensar isso, mas senti uma
vontade enormne em t*****r com ele essa noite. Talvez
seja porque perdi a virgindade, claro que foi da pior
maneira possível, mas dizem por ai que quando se perde
a virgindade a vontade de t*****r só aumenta.
Sentir o corpo dele colado ao meu e seu m****o duro
entre minhas pernas me deixou num t***o do c*****o.
Mas tenho que me controlar, vou ser mais uma na lista
dele e eu não to querendo isso.
Depois que ele saiu eu resolvi limpar a casa, mas o quarto
dele continuava trancado e isso me deixava irritada.
Lavei minhas roupas e estendi no varal, de longe avistei
a Maitê entrando na casa do meu pai, ou melhor, do
ricardo.
Não demorou muito pra ela sair de la xingando ele,
obviamente por causa minha.
Fui ate a porta e quando fui abrir m vapor ta parado na
frente.
-Tu não tem permissão pra sair.
-Poderia chamar minha amiga pelo menos?
-Não ternho como fazer isso, ordens do cobra.
-mas é um viadinho p*u mandado mesmo.
Fechei a porta e me joguei no sofá. Sem vida social, sem
celular, sem nada.
Se eu pedir um celular pra ele é mais fácil eu levar um
tiro.
Fui preparar o almoço, na verdade só esquentei o de
ontem. Almocei e fui assistir série.
-Ja comeu? Não quero que ninguém morra aqui na minha
casa. -fala comigo fechando a porta.
-Ja sim, mas queria falar um bagulho contigo.
-Fala. -larga o fuzil na mesa.
-Poderia ter meu celular de volta? Assim posso falar com
a Maitê.
-Ainda não.
-Poxa, não posso ver ela mais, não posso ter celular, não
posso ir pra escola.
-sobre a escola, a partir de amanhã vou levar tu, mas fica
atenta porque meu vapor vai ficar no portão.
-Beleza, mas e o celular?
-Só se fizer por merecer.
Ele foi almoçar e eu subi pro quarto, posso nem trancar a
porta porque o bonito arrombou o bagulho.
Acabei pegando no sono e acordei com ele acariciando
minha cabeça.
-Que foi?
-Nada não.
-Que horas são?
-cinco da tarde.
-Nossa. -levantei correndo.
-Tem compromisso?
-Não, mas ta tarde ja ne?- ri.
-Ta não vem cá.
Me rendi, eu não queria mas foi mais forte que eu, não
me julguem.
Ele apertou minha b***a e beijou meu pescoço e ja
sabem ne? Não resisti.
Beijei ele e começamos um beijo lento e quente.
-c*****o, você beija bem em.
-Não deveri... -me interrompeu.
Ele tirou minha blusa e começou a chupar meus s***s,
desceu ate a barriga e tirou meu shorts quando..
-chefe. -Batem na porta.
-Quem é o empata f**a da vez.
Ele desceu e eu agradeci, não devia ter feito isso, foi
errado me render a ele. . . .