Tubarão Levantei saindo na rua vendo o céu ainda meio escuro, tempo feio pra c*****o. A porta do carro abriu e o Acerola desceu do banco do motorista com a cara vermelha, sem camisa e o braço com sangue. Acerola: Ele tá aí, faz o que com ele? Tubarão: Leva pra salinha. E isso aí? – Apontei pro sangue no braço. Acerola: Foi de raspão. Cuido disso depois, vou pedir pra levarem ele pra lá e já tô brotando também. Tubarão: Pode cuidar do teu braço, vou bater um papo eu e ele só. – Falei firme e dei as costas indo pra minha sala. Peguei meu baseado que tinha deixado lá e saí de novo indo por dentro até chegar na salinha velha. Quando entrei vi o Nd sentado com as mãos pra trás amarrada, olhei a cara dele. O olho tava um pouco inchado e roxo, mas dava pra ver que era recente. Tubarão: Cur

