cap 75 podemos ter uma despedida

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Tubarão Tubarão: c*****o, que merda... cadê o pessoal do turno da noite que não viu isso? Olhei pra cena do moleque no chão com a cabeça estourada, irreconhecível. Se não fosse as tatuagens, a gente nem saberia quem era. O sangue ainda fresco se espalhava pelo chão de terra. Acerola: Largaram ele em um ponto cego. Judiaram do menor sem pena. Tubarão: Não tem que ter ponto cego, Acerola... eu quero que você mande por câmeras em cada ponto estratégico dessa favela, em todas as entradas. Quero todos os soldados da noite de vigia. Se acontecer merda no plantão e não ver, vai se f***r comigo. Acerola: Eu vou providenciar, vou reunir os caras e mandar o papo. – Avisou e eu concordei. Tubarão: Isso é guerra, alguém tá querendo começar uma comigo. – Ele concordou olhando pra cena. – Limpa is

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