Marcelly A semana tinha se arrastado de um jeito insuportável. Cada dia parecia mais longo que o anterior, e eu já não via a hora de chegar o final de semana para respirar um pouco. Quando finalmente cheguei da escola, meu corpo cedeu ao cansaço, e eu desabei na cama sem nem ao menos tirar o uniforme. O sono foi tão pesado que, quando abri os olhos, o quarto estava escuro e o relógio do celular marcava 23h17. Marcelly: Que merda! – Resmunguei. Várias ligações perdidas da Raquel pipocavam na tela. Peguei o celular e vi as mensagens dela desesperadas perguntando onde eu estava. Mandei o texto rapidamente antes de soltar um longo suspiro e passar a mão pelo rosto. Minha mãe já não estava em casa. Dessa vez, ela sabia da festa e até tinha permitido minha saída, mas tinha deixado claro q

