Tubarão Entrei no Fox preto e fui em direção à casa da Marcelly. O carro não era meu e não era conhecido na área, o que facilitava. Estacionei bem na frente da casa e desci sem pressa, direto, como se fosse dono do lugar. Abri a porta da sala e, de cara, fui engolido por aquele ambiente aconchegante. A casa era simples, mas impecável. Pequena, mas cheia de detalhes. Os móveis bem cuidados, o cheirinho de amaciante no ar, e tudo com aquele toque feminino, delicado, que só vem quando não tem homem mandando p***a nenhuma ali dentro. Meus olhos bateram nos dela. Sentada no sofá, de pernas cruzadas, ela sorriu ao me ver. Um sorriso leve, quente, que fez meu peito relaxar só de olhar. Fui até ela e me joguei do lado, o corpo ainda carregando a tensão da treta com o Rd. Marcelly: Tá com uma

