cap 156 o Salgueiro e nosso

918 Palavras

Tubarão Meus olhos estão ardendo, o corpo pedindo arrego — já são vinte e quatro horas em confronto. Fuzil travado no braço, dedo duro de tanto disparar, e na mente só passava uma coisa... eu só iria sair daqui como comando nas minhas mãos ou morto. Estudei esse morro todo antes de vir, estava conhecendo cada buraco como se eu tivesse morado aqui. A parte de baixo tava dominada, mas lá em cima ainda não — e era lá que aquele filho da p**a estava se escondendo. Eu não conheço, nunca vi, única coisa que saberia era o vulgo dele... 2N. Mas hoje eu ia conhecer e matar ele. Tubarão: Eu quero todo mundo morto. Não quero um deles nesse morro... pode derrubar sem dó. – Falo com o rádio próximo da boca. Já perdia conta dos que morreram, a conta deles e a minha. Isso aqui tava f**a pra c*****o.

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