— Fica aqui. — disse Dilan, antes de se afastar ao deixá-la no meio da sala. Quando voltou, trazia algo na mão que tencionava esconder de suas vistas. — O que é? Ele balançou uma tira branca, de seda. — É do meu robe de fresco, a Rosie me deu, queria me transformar num lorde, mas sou um jegue de p*u grande. — debochou. — Agora, quero que fique de costas para mim, vou vendá-la e abduzi-la. — O quê? — perguntou, rindo baixinho, excitada. — Abduzi-la para a minha nave espacial. — sussurrou, junto ao seu ouvido. — Onde tudo, absolutamente tudo, é permitido. Sentiu um arrepio na coluna. A mão de Dilan na sua, entrelaçaram-se os dedos, depois o beijo no dorso. Ele a vendou, amarrando a tira sem muita pressão. Mergulhou na mais completa escuridão. O estômago fremia, a respiração falhav

