Um anos depois… Julia narrando. Apago a luz do corredor e, no breu suave iluminado apenas pelo abajur distante, o Alec se aproxima do berço com um cuidado quase cerimonial. Ele segura a Henella como se fosse feita de vidro, cada passo calculado, cada respiração contida. Eu observo, parada perto da porta, com o coração apertado e bobo ao mesmo tempo. Ele a acomoda na caminha devagar, ajusta a mantinha, passa o dedo de leve pela bochecha pequena, como se estivesse se despedindo de um sonho frágil. — Boa noite, meu amor — ele sussurra. Prendo a respiração até ele se afastar. Ele caminha até a saída na ponta dos pés, exageradamente cuidadoso, e eu fecho a porta com a mesma delicadeza, encostando a testa na madeira por um segundo antes de soltar o ar. — Sobrevivemos a mais um dia — murmur

