ɗɛ ѵѳʆtɑ ɛɱ ɱiɳɦɑ ѵiɗɑ

3618 Palavras
ŞēนŞ olhos brilhavam ao ver tudo aquilo, as lembranças retornando uma a uma, desde o dia em que se conheceram, ainda como heróis, em como ele fizera de tudo para estar ao seu lado e consolá-la, em todos os beijos e carícias que trocaram, na sua curta mas intensa amizade colorida, em como ele sempre fora gentil e amoroso, sempre buscando um jeito de surpreendê-la. Cada momento que ele trazia à tona era uma nova prova do que ele dizia, ela também não queria mais fugir, ele virara seu mundo de pernas para o ar, trouxera à ele cores que ela nem cogitava existirem, algo que se contrapunha completamente dos dias cinza e sem emoção que estava vivendo desde que ele fora embora. Por mais que soubesse de todas essas cores, também sabia que a vida a dois não era sempre alegre e cor-de-rosa, nada era sempre perfeito, haviam discussões, erros e tropeços, o importante era reconhecer o erro e se arrepender dele, além de não fazer de novo. E era exatamente isso que ele estava fazendo nesse momento. Aquele era o SEU gatinho, o mesmo que tantas vezes dera sua vida para protegê-la, sem nem saber disso, aquele que a amava mais que tudo, muito mais que ela podia imaginar ser possível, o mesmo que transformou uma situação catastrófica, onde ela não via nenhuma luz no fim do túnel, em uma linda história de amor. As velas e as luzes de Paris iluminavam e fortaleciam a chama da esperança de que aquilo daria certo, as cores e a delicadeza demonstravam o quanto ele se se importava e o quanto ele trabalhara para estar com ela mais uma vez, não havia como ignorar aquilo tudo e aceitar ficar mais tempo sozinha. Ela já tinha sua resposta. Cada segundo que passava sem ela falar nada era mais agoniante e mais desesperador, ele tinha a impressão de que a qualquer momento seu coração iria parar de bater tamanho o nervoso que estava sentindo. Olhava sem parar para seu rosto buscando qualquer indício sobre a resposta, mas ele não mostrava nada, o que era ainda mais aterrorizante, não saber nada chegava ser pior do que ela dizer que tudo aquilo era em vão, de que não queria mais vê-lo. Suas mãos suavam tanto que estavam escorregadias dentro das luvas, por mais que tentasse não aparentar seu nervosismo, estava cada vez mais difícil, quase insuportável a espera. Isso até sentir a mão delicada tocar seu rosto, os olhos brilhando novamente, os lábios se movendo para formar um pequeno sorriso enquanto via a outra mão buscar algo por dentro da blusa do pijama que ela vestia.. O cordão que ele havia lhe dado. Marinette- Sabe, seu gato i****a, por mais que você seja grande babaca, eu também senti sua falta. A emoção era tão grande que m*l cabia no peito, não esperou mais que um segundo para tomá-la nos braços e apertá-la com toda a força para ter certeza de que aquilo não era apenas um sonho, seus lábios buscando os lábios carnudos com uma fome quase animal, ainda não acreditando de que era real. O beijo durou o máximo que conseguiram, se separando só quando era impossível continuarem antes de morrerem asfixiados. Chat- Prin-cesa, eu...achei que...tinha te...perdido- gaguejou, a voz embargada pelas lágrimas, as testas unidas enquanto ele segurava firme seu rosto entre as garras. Marinette- Você AINDA não me perdeu, gatinho. Mas prometo uma coisa, se fizer isso de novo, eu te mato. Ou melhor, primeiro te capo, aí sim te mato. Chat- O que...você quiser, mon amour. Aquele momento era o mais perfeito para mostrarem um ao outro o quanto se amavam, com a lua cheia no ponto mais alto e as luzes a de Paris formando um caleidoscópio multicolorido no céu, todas essas cores se refletindo na imensidão do mar que ela trazia em seus olhos, o que o fazia acreditar ainda mais no amor e no quanto eles eram perfeitos juntos, quase como se fosse o próprio destino dizendo que haviam sido feitos um para o outro. Eram almas gêmeas, ele tinha certeza. Ela não negou, nem o impediu, quando ele a moveu, fazendo com que se deitasse sobre as almofadas, cobrindo o corpo pequenino com o seu, o beijo mais doce e delicado sendo trocado entre eles. Tudo ficava mais fácil com ela ao seu lado, tê-la era o melhor presente que poderia sonhar em receber, ela era seu sol, sua energia vital, seu motivo para sorrir, para se sentir vivo e feliz, aquilo era mais que um encontro de almas, porque ela se sentia da mesma forma, com se a felicidade que lhe havia sido tomada quando o mandara embora, finalmente estivesse de volta e ao alcance de seus dedos, o que fazia seu coração bater totalmente descompassado. Os corpos se moviam por vontade própria, um acompanhando e refletindo o desejo do outro, sem a necessidade de palavras, guiados pela mesma melodia. Cada toque das garras em seu corpo a deixava mais excitada e eufórica, fazendo-a gemer contra os lábios quentes e macios de seu gatinho, era bom demais tudo que ele a fazia sentir, cada um deles aquecendo-a mais e mais. Não havia como distinguir os corpos um do outro, ambos estando tão encostados que apenas as roupas impediam uma conexão completa, pelo menos por enquanto. Ela podia sentir claramente as garras contra a pele de sua barriga, logo abaixo de sua blusa, subindo pouco a pouco, buscando os s***s de pele alva enquanto o sentia investir contra sua i********e, cada movimento levando-a mais perto da loucura. A garra direita ergueu um pouco sua perna esquerda, trazendo-a mais para perto, o couro roçando mais e mais contra o tecido fino do short que ela vestia, a língua provando todos os recantos de sua boca, enquanto a outra garra puxava os cabelos negros, deixando-os totalmente sem fôlego pelo beijo quase interminável. A garra apertava com força sua coxa despida, enquanto a outra seguiu por seus ombros até voltar a tocar o corpo esguio, ela delirava com os toques e carícias, cada vez mais íntimas, a boca deixando a sua e buscando a pele delicada de seu pescoço, não havia como sufocar os gemidos que escapavam pelos lábios entreabertos, um mais alto sendo proferido quando sentiu a garra tocar de leve seu mamilo por sobre o tecido. Aquele foi o momento em que todo o restante da razão se perdeu. Ela não quis saber de mais nada, apenas atacou seus lábios com fúria, querendo recuperar todo o tempo perdido, as mãos pequeninas descendo rapidamente o zíper de sua jaqueta para abrir a peça de couro e revelar o peito torneado, as unhas deixando as primeiras marcas em sua pele. Ele estava sendo movido pelo desejo e não conseguiu pensar em nada quando ela o fez, nem mesmo quando ela o empurrou, fazendo com que invertessem as posições, ela ficando agora sobre seu colo, as pernas ao lado de seu corpo, sem parar de beijá-lo nem de arranhar seu peito, apenas quando ela se moveu sobre sua calça, já bem apertada naquele momento, e o ar enfim lhes fez falta, que ele se deu conta do que estava acontecendo. Por mais que ela fosse a protagonista de todos os seus sonhos, eróticos ou não, não poderia deixar aquilo continuar, não queria que ela tivesse a impressão errada, que pensasse que havia feito tudo aquilo unicamente para ter mais uma noite de prazer com ela, ela era sem sombra de dúvida a mulher que seu coração escolhera para passar o resto de seus dias, a mulher que lhe daria o que há muito ele não tinha . Uma família. Por isso a afastou. Chat- Princesa. Não. Marinette- O quê? Chat- Não é isso que quero de você. Não foi por isso que te trouxe aqui essa noite. Marinette- Sei disso meu bem. Eu sei que fez isso pra tentar me convencer a voltarmos e...deu certo- rebolou em seu colo, o que o fez gemer- Eu só...tô querendo matar a saudade...- pôde sentir um novo gemido contra seus lábios quando rebolou mais uma vez, sentindo-o mais duro, o que a fez sorrir. Chat- Pri-princesa...ai... Não conseguiu ficar mais parado, segurou com força sua cintura, firmando-a sobre o m****o que ameaçava rasgar seu uniforme. Marinette- O que foi? Fala pra mim- pediu perto de sua orelha, se movendo bem devagar em seu colo, as unhas mais uma vez marcando seu peito. Chat- Você...tá sendo muito má. Não vou aguentar assim... Marinette- Acho que...posso te ajudar com isso- falou colocando a mão entre seus corpos e apertando-o por sobre o couro. Chat- O que você...ai. Marinette- Só fica quietinho e aproveita. Eu vou pôr em prática o que você me ensinou com o Danone. Chat- Você...tem certeza? Antes de responder com palavras, ela tirou a blusa e a jogou para o lado sem nenhuma cerimônia, expondo os s***s alvos de m*****s rosados, seus olhos traduziam exatamente o que ela estava sentindo, era puro desejo e luxúria, do mesmo jeito que ele, os dentes prendendo o lábio inferior, junto às mãos que posicionaram as garras sobre os s***s fazia com que o desejo que sentia se tornava algo imensurável, quase doloroso. Ela era uma bruxinha que com certeza o levaria à níveis desconhecidos da loucura. Marinette- Ainda acha que não sei o que estou fazendo? Quero comemorar nosso reencontro gatinho. Ele não conseguiu emitir nenhum som a não ser um gemido mais longo quando a viu se curvar sobre seu corpo, engatinhando para baixo, igual uma gata, o que o deixou mais ansioso pelo que estava por vir, os dentes ferindo seu lábio inferior enquanto a sentia roçar a i********e sem nenhum pudor em sua coxa. No fundo ainda acreditava que aquilo não passava de uma mera brincadeira, que ela não faria realmente o que estava se propondo mas, ao ouvir o ruído do zíper descendo, com ela o olhando daquele jeito, todas as suas certezas foram por água abaixo. Ela se impressionou ao ver o m****o totalmente ereto ao abaixar a calça, praticamente saltando quando ela desceu, era uma visão altamente tentadora e apetitosa ao seu ver, a boca salivava tanto que ela precisou respirar fundo antes de tomar uma atitude, não queria ir com muita sede ao pote e machucá-lo ou acabar com tudo rápido demais. A mão delicada o envolveu, arrancando um gemido rude ao primeiro movimento, apertando-o enquanto começava os primeiros movimentos de subida e descida, ela queria muito olha para o que estava fazendo, aquela parte era fascinante demais para ignorá-la assim, mas não conseguia olhar para outra coisa que não seu rosto, ver as expressões que desenhavam o rosto daquele que ela tanto amava, o calor ficando cada vez maior, não podia esperar mais, nem ele tampouco, tinha fome, um desejo tão grande que sentia o interior de sua i********e palpitar tão forte quanto seu coração naquele momento. O primeiro toque da língua, ainda temeroso, foi algo surreal, algo indescritível para ele, sonhara tantas vezes com aquela cena que agora ainda temia estar sonhando, era difícil demais acreditar que aquilo estava realmente acontecendo, que a boca que não se cansava de beijar e de acariciar com seus lábios, agora o envolvia daquela forma. Precisava se controlar ou seriam apenas segundos do prazer que ela estava lhe proporcionando, algo que ele queria que durasse para sempre. Ela demorou alguns instantes para se ajustar ao ritmo que ele, mesmo que inconscientemente impunha, os quadris não conseguindo ficar parados, assim como as garras que se embrenharam nas madeixas azuladas, firmando sua cabeça para que ele pudesse se mexer, ele grunhindo sem parar a cada movimento que faziam juntos. Ela se sentia mais quente a cada vez que o m****o escorregava por sua boca, cada célula de sua língua se regozijando com o toque e o sabor da pele em suas papilas, escorregando com facilidade, aumentando, mesmo sem saber o porquê, o prazer que ela mesma sentia, sua calcinha já bem molhada naquele momento. Os sons que escapavam pelos lábios do gatuno eram como um afrodisíaco para ela, fazendo com que também emitisse gemidos abafados por ter o interior de sua boca ocupado. Era incrível a maneira que ela o fazia se sentir com aquele gesto, por tantas vezes, até mesmo acordado, sonhara com o momento em que aquilo aconteceria, o dia em que ela finalmente resolvesse se arriscar e, agora, podia dizer sem sombra de dúvidas que ela estava fazendo melhor do que imaginara. As unhas arranhavam e marcavam a parte exposta das coxas firmes, as garras embrenhadas nas madeixas azuladas enquanto ela subia e descia devagar, a língua circulando o m****o que ela não tinha certeza se caberia todo em sua boca, até teve alguns problemas no início mas, não demorou muito para se acostumar e não engasgar mais, podendo fazer com que ele aproveitasse bem aquilo, os gemidos que ele soltava provava que, apesar de tudo, estava gostando o bastante. Ele já havia perdido a noção do tempo, seus quadris já não o obedeciam mais, seu corpo agia por conta própria de encontro ao interior macio e quente da boca daquela que mais a vez podia, com todo orgulho, chamar de sua NAMORADA. Os cabelos, assim como os s***s, balançavam no ritmo cadenciado que ele impunha nas investidas, os quadris subindo e descendo, o m****o entrando e saindo, as garras firmando sua cabeça quando ele estava a ponto de perder totalmente o controle, seu corpo se movendo tão rápido que suas costas m*l tocavam as almofadas antes de investirem uma vez mais, ele estava muito perto, ela sabia disso, mas o único movimento que fez foi colocar uma pequena mecha do cabelo atrás da orelha, a mão logo voltando a apertar a carne firme da coxa. Chat- Princesa...eu vou...sai. Ele tentou afastá-la, não sabia o que ela faria quando seu orgasmo chegasse, nunca haviam tentado aquilo e não tinha idéia de qual seria sua reação, mas ela estava decidida, não iria deixar que nada a impedisse de fazer o mesmo que ele fizera tantas vezes com ela e sentir seu gosto afinal. Quando não era mais possível se segurar e notou que ela não se afastaria, se deixou vir entre seus lábios com um grunhido gutural e profundo, ela o recebendo sem ressalvas, chupando-o com vontade, sentindo o líquido quente e viscoso descer sem dificuldades por sua garganta, o sabor levemente azedo não a impedindo de permanecer sugando-o até recolher a última gota, levantando a cabeça pouco depois. Marinette- Delicioso como da primeira vez que provei- declarou passando o indicador sobre os lábios buscando o último resquício. Ele não tinha palavras para descrever o que estava sentindo, era bom demais o que a mulher que amava havia feito, surpreendendo-o como ele nuca imaginaria que ela faria. Não demorou mais que alguns instantes para puxá-la para si, invertendo mais uma vez as posições, depositando o corpo delicado sobre as almofadas, cobrindo o corpo miúdo com o seu e tomar seus lábios em um beijo quente o bastante para demonstrar tudo o que seu coração guardava por aquela que o ganhara e que ele não se imaginava longe, nem um dia sequer de sua vida. A língua quente explorava todos os recantos da boca macia, com ainda um pouco de seu próprio gosto, uma das garras segurando firmemente sua nuca enquanto a outra dava uma atenção especial ao seio direito, os dedos apertando o mamilo enrijecido, sentindo-a gemer contra seus lábios, o m****o roçando sobre o fino tecido do short. Assim que o ar lhes fez falta, a boca percorreu o caminho até o pescoço esguio, marcando a pele com pequenos chupões, o que a fazia delirar um pouco mais a cada instante, ela se movia sob ele, buscando alívio para a excitação que ele lhe proporcionava com as investidas. Ela conseguia sentí-lo endurecer contra sua i********e coberta, o m****o ganhando vida mais uma vez, seu corpo deixando de lhe obedecer quando a boca tomou um dos m*****s enquanto a garra desceu até encontrar sua b***a e apertar a carne macia, puxando-a para mais perto, fazendo com que o calor quase os consumisse de tão forte que se tornava a cada segundo que passava. Chat- Eu te quero tanto princesa...- falou ao lamber sua orelha após deixar o seio. Marinette- Eu...sou sua. Pode até...roubar a calcinha que estou usando, como mais uma lembrança- murmurou em meio aos gemidos. Chat- Posso mesmo? Marinette- É só tirar. É sua. Ele amava demais tê-la, tão entregue assim, era a melhor coisa que poderia acontecer, muito melhor do que sonhara Seus lábios desenharam um belo sorriso em seu rosto, o mesmo sorriso sem-vergonha que ela sentira tanta falta, pouco antes que ele se levantasse para descartar as roupas que se tornaram um impecilho para eles, ficando apenas com a máscara e as orelhas antes de se abaixar mais uma vez, a luva esquerda também deixando sua mão. Ficou deitado ao seu lado apenas observando-a, admirado consigo mesmo pela sorte que tinha por ela não ter desistido do amor que construíram, apesar dos trancos e barrancos que enfrentaram, sabendo que ainda teriam muitos pela frente, sabendo que conseguiriam superar a todos. Ela se surpreendeu pela doçura e leveza do beijo que trocaram, um avesso completo de tudo que estavam vivenciando até ali, o corpo másculo se aproximando do seu ao mesmo tempo em que as garras se ocupavam em descer o short e a calcinha, deixando-a nua para seu deleite e admiração, ela não sentia vergonha ou qualquer coisa do tipo, estar com ele a fazia se sentir livre como nunca cogitara antes. A mão sem luva percorreu cada centímetro do corpo amado, quase em veneração pela sua beleza, a pele alva salpicada pelas sardas sendo algo dígno de um escultura renascentista, cada detalhe tenso sido esculpido com todo cuidado para não haver defeitos. Aos poucos ele foi dando fim ao beijo, fazendo com que a boca se ocupando em descer pelo pescoço, buscando o seio que se tornara ainda mais apetitoso, uma fome incontrolável tomando conta de seu ser, não podia esperar mais um segundo sem tê-lo entre seus lábios, sugando-o com vontade, seus olhos se encontrando com o mar revolto pelo desejo presente naquele olhar. Ela gemia sem controle algum, as mãos puxando as madeixas douradas enquanto sentia a mão tocar seu corpo mais uma vez, chegando até o interior de suas pernas e ter a certeza do quanto ela estava gostando daquilo, se jogando inconscientemente contra sua mão, o que o fez sorrir contra os lábios gorduchos. Amava-a mais que tudo e iria aproveitar e proporcionar tudo que lhe fosse possível naquela noite. Os corpos foram se ajeitando pouco a pouco, até ele estar novamente entre suas pernas, a mão sem luva segurando firme sua coxa ao mesmo tempo em que a boca deixava o seio, por mais que quisesse continuar naquele ponto, precisava provar outro pedaço de sua pele enquanto seu corpo se ondulava sobre o corpo miúdo, a umidade tocando e excitando ainda mais o m****o já rígido mais uma vez. Chat- Princesa...eu adoraria provar do seu mel mais uma vez mas...não sou capaz de fazer isso, hoje não. Marinette- Nem eu gatinho, eu...preciso te sentir...por completo. Aquelas palavras eram a única coisa que faltava para que fosse em frente e tomasse o que era seu por direito, ela era seu pacote completo, amor e prazer em um só corpo. Não havia mais como retardar o momento do encontro dos corpos, sendo feito com toda a calma do mundo, centímetro a centímetro, o que a surpreendeu bastante, ele aproveitando o prazer de se sentir unido à ela mais uma vez, regozijando a cada milímetro que seu corpo tocava, o m****o pulsando com o aperto que as paredes lhe causavam. Ele avançava e recuava tão lentamente que parecia não se mover, ela gemendo mais alto a cada segundo que passava, cada investida sendo mais prazerosa que a anterior. As coxas roliças não tardaram a envolver os quadris fortes e quentes, os pés se encontrando naquela espécie de abraço, trazendo-o para mais perto, mesmo que isso não fosse possível, ja que seus corpos já haviam se tornado um mais uma vez, ela beirando a loucura com as sensações que ele provocava em si. Ela sentia o pescoço dolorido pelos dentes que só o abandonavam para atacar seus lábios, ela já sentindo o sabor metálico do sangue na boca, tanto pelas mordidas que ele lhe dera como também as que ela dera em si mesma. O tempo era algo relativo, nenhum dos dois tendo real noção de como ele passava, os sons da cidade se misturando aos sons que eles mesmos emitiam, sendo um sinfonia que eles compunham juntos. Por mais que quisessem prolongar aquele momento ao máximo, seua corpos pediam por mais, mais intensidade no amor que faziam com a lua como testemunha, um aperto nas nádegas do gatuno com os calcanhares da azulada, junto a um gemido mais grave, foi o que bastou para que ele se perdesse em suas carnes, o interior o apertando de uma maneira deliciosa, as unhas e os dentes de sua princesa o atacando sem pena, o que o atiçava ainda mais, não havia mais como se segurar, nem ela queria isso tampouco. Só o que queriam era se perderem um no outro como se não houvesse amanhã, sem temores ou travas, podiam ser um do outro sem pensar em mais nada e, quando o orgasmo os abateu, foi como se a noite ficasse mais estrelada, ou talvez fosse o brilho de seus olhos que o encantava uma vez mais. Ela era com certeza aquilo que ele sempre sentira falta em sua vida. Um amor verdadeiro.
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