ēŞtคr ao lado daquele gato maldito era tentação demais para uma pessoa só resistir sem seu coração sucumbir e parar de bate
Ela sabia bem disso mas não teve forças, nem tão poço vontade, suficiente para afastá-lo, apenas o deixou se aproximar ainda mais, com aquele seu famoso sorriso "molha calcinha" que ele não fazia a menor questão de esconder
Seu corpo parecia em brasas quando ele se sentou à sua frente, após afastar um pouco suas pernas e se colocar entre elas, algo normal entre eles, mesmo em sua época onde havia apenas amizade, algo normal mas que a deixava em frêmito, o calor ultrapassando a barriga do couro e chegando até suas coxas que pareciam gelatina de tão moles e sem a menor vontade de obedecê-la.
Chat- Então...você estava tentando aprender a...tomar Danone sem colher, é isso mesmo?
Marinette- Eu...só estava curiosa...- respondeu desviando o olhar, o rosto levemente corado.
Chat- Estava? Não quer mais saber?
Seu maldito sorriso mais uma vez...ela não sabia se tinha mais vontade de socá-lo ou de beijá-lo...
Marinette- Eu...quero, quero muito.
Chat- Ok, então vamos começar. Primeiro, algo me diz que você tentou fazer isso usando os dedos, estou certo?- perguntou segurando a mão delicada que ainda possuía um pouco do creme na ponta de um dedo.
Marinette- Sim, eu...precisava começar de algum jeito...
Chat- Bem...deixa eu te mostrar o que você pode conseguir, indo por esse lado.
Sem nenhuma explicação, ele pegou um pouco do iogurte com um dedo da mão esquerda e o colocou gentilmente na boca delicada, mantendo o contato dos olhos.
Ela não entendia o que ele pretendia mas, aceitou de bom grado aquele dedo entre seus lábios, sugando-o quando o sentiu brincar com sua língua, sentindo seu corpo se aquecer quando ele recuou um pouco só para introduzí-lo mais uma vez.
Foram segundos em que ela não sabia o que estava fazendo, apesar de gostar muito ao ver a reação de seu gatinho, principalmente quando o viu puxar o ar mais forte no momento em que segurou a mão e puxou mais dedo, deixando-o se juntar àquela aula que ele lhe dava.
Podia ouví-lo suspirar cada vez que sugava aqueles dedos, sua língua circundando-os e ele perdendo o fôlego ainda mais, delirando junto à ele com os pequenos tremores de seu corpo, tendo certeza que ele não deixaria aquilo barato.
Ela conseguiu entender o que ele estava fazendo, então resolveu entrar na brincadeira e alimentá-la ainda mais, chupando seus dedos com mais força, movendo a cabeça para fazer com que sua boca fizesse movimentos circulares, ouvindo-o gemer cada vez que os sugava, seus olhos não se separando nem por um instante, sentindo seu corpo ficar mais e mais e******o assim como ele, os corações batendo forte e em sintonia, o calor invadindo-os de uma maneira tão forte que ele não suportou por mais tempo, retirando ambos os dedos de sua boca, fazendo com que o estalo dos lábios se chocando ecoasse pelo quarto.
Chat- Você é...bem gulosa né?- comentou buscando fôlego, com a respiração ainda bem ofegante.
Marinette- É que eu tenho um bom professor- respondeu passando a língua sobre o lábio, provocando-o ainda mais.
Chat- Então agora você vai ver do que esse seu professor é capaz.
Ele pensava em como ela conseguia ser tão sensual mesmo de modo tão inocente, ou nem tanto, assim, queria muito sentir aqueles lábios em volta de seu m****o, era uma coisa que sonhara muitas vezes nas noites em que buscara o alívio sozinho em seu quarto, seu corpo clamando por sentir a boca envolvendo-o da mesma forma que fizera com seus dedos.
Porém dessa vez seria ela a ter esse tipo de prazer novamente.
Olhou para o pote mais uma vez antes de levá-lo até os lábios e retomar o contato com os olhos azuis novamente, queria presenciar cada uma das reações que ela iria ter conforme agia com a intenção de provocá-la.
Os olhos azuis brilhavam em antecipação, sem perder o mínimo movimento da língua que entrou vagarosamente no pote, buscando aquele creme gelado.
Ela podia dizer sem sombra de dúvidas que ele tinha sim um alma felina, pelo jeito que trabalhava a língua naquele creme, a ponta se movimentando de uma maneira que a fazia imaginar que aquilo não era tão simples como ele queria deixar transparecer, era muito mais que provocação o modo que ele fazia aquilo, sem desfazer o contato dos olhos um só instante.
Cada vez que ele lambia o iogurte, ela sentia uma fisgada em seu ventre, sua boca não sendo mais capaz de sufocar os gemidos que ela deixava escapar cada vez que ouvia os ruídos que ele fazia, sendo muito difícil manter os olhos abertos por todas as sensações que tomavam conta de seu corpo.
Seu corpo inteiro tremia em antecipação, clamante por aquela mesma atenção, tentava desesperadamente juntar suas pernas, tão grande o calor que sentia, assim como era grande a umidade que sentia molhar sua calcinha.
Por mais que tentasse pensar em qualquer outra coisa, era impossível não se deixar envolver pelo que ele fazia, a língua fazendo movimentos em direção à ela, mas também movimentos circulares, recolhendo todo aquele creme, muitas vezes tocando as pontas, da mesma forma que fizera com ela, estava completamente perdida e não havia como escapar, ele a tinha em suas mãos e sabia bem disso.
Quando a mão alcançou seu rosto, foi a vez dela de agir como uma verdadeira gata no cio, rosnando pelo contato se esfregando de encontro aos dedos macios, os dentes mordendo sem pena a palma, o polegar afastando seus lábios o suficiente para se meter entre eles buscando a língua quente e macia, ela o acompanhando na brincadeira, ela sentindo as primeiras gotas de suor escorrendo por sua testa.
Os segundos pareciam horas, ele não cansando de provocá-la, sentindo-a se mover de encontro a si conforme mostrava sua técnica, agradecia à sua sogra em pensamento por ter lhe dado as tais aulas desde a infância.
A tentação e a ansiedade eram tão grandes que, por mais que tentasse, não conseguiu sufocar um gemido muito mais alto quando ele tocou o interior de sua coxa, ao se mover para depositar o pote vazio na mesa ao lado, os olhos novamente colados nos seus, voltando bem devagar, o corpo cobrindo o seu, as pernas bem colocadas entre as coxas roliças, cada toque a fazendo tremer ainda mais.
Ela precisou buscar todo o autocontrole que ainda lhe restava para não agarrá-lo e tomar seus lábios com a mesma violência do que estava sentindo, principalmente ao sentir o corpo forte lhe cobrindo, o peito forte pressionando os s***s ainda cobertos, a pele descoberta roçando em seus braços nus, fazendo com que seu corpo inteiro pulsasse em antecipação, cada pêlo de seu corpo se arrepiando conforme ele se aproximava de seu rosto, fazendo-a delirar.
Chat- Sabe...isso foi bem gostoso mas...você é muito mais- afirmou tão perto de sua orelha que ela podia sentir o calor de sua respiração.
Marinette- Ah...eu...- não conseguia manter seu corpo parado, buscando qualquer alivio para o que sentia, o que só piorou quando ele a tocou com um dedo por cima da calcinha.
Chat- Tão molhada...isso quer dizer que gostou do que viu?
Marinette- Mu-muito...
Ela se contorcia com aquele simples toque, nem um pouco inocente, empinando todo seu tronco em busca de mais contato.
Chat- E o que você quer agora, bebê?
Marinette- Que-quero você. Quero que me toque assim mais uma vez.
Chat- Seu desejo é uma ordem, princesa.
Por mais que conhecesse, em parte, seus toques, certamente nao estava preparada para o que estava por vir.
Ele era a tentação em pessoa, ela sabia bem disso, mesmo assim ela ainda conseguia se surpreender cada vez que ele abusava disso, deixando-a sem palavras todas as vezes.
As unhas arranhando sua pele, deixando marcas visíveis em suas coxas era quase algo irrelevante, se comparado ao prazer que ela sentiu com aquele toque, enquanto ele escorregava a calcinha branca por suas pernas, deixando-a à mercê de suas carícias.
O primeiro toque da língua fria contrastando com o calor de sua i********e foi intenso, fazendo com que ela remexesse seu corpo em busca de mais contato, ele estava certo, o que ele fez pouco antes com o iogurte a deixara tão molhada como se aquilo houvesse sido feito diretamente com ela, seu corpo clamando por mais atenção, o que ele não tardou em lhe proporcionar.
Seu corpo já não a obedecia, se contorcendo a cada toque da língua que, como ele lhe mostrara, sabia bem o que estava fazendo, suas mãos apertavam com força o lençol, ela se debatendo com tanto prazer que sentia.
Ele gostava e muito de ver o efeito que tinha sobre o corpo pequenino, os espasmos e os gemidos sendo mais uma prova do quanto lhe agradava a língua que explorava cada recanto, um mais saboroso que o anterior, suas garras segurando firmemente as coxas que se debatiam conforme avançava com as carícias, aquela parte tão íntima lhe proporcionando um sabor ainda mais doce que o iogurte que experimentara antes.
A boca se enfurnou pressionando ainda mais entre as coxas, as garras buscando os s***s ainda cobertos por aquele fino tecido, ambos saltando com o leve toque, ambos já muito eriçados, os gemidos que ela deixava escapar se misturando aos sons que ele mesmo fazia com a boca naquela parte já tão sensível.
A língua avançava e recuava em seu interior fazendo com que gemidos não fossem mais suficientes para expressar o que estava sentindo, grunhidos se misturando às palavras desconexas que ela deixava escapar por seus lábios, o inferior já bem maltratado pelos dentes em uma vã tentativa de sufocá-los, os cabelos totalmente bagunçados sobre o travesseiro em que ela insistia em jogar a cabeça tão tomada pelo desejo é o t***o que estava.
Vê-la e sentí-la tão entregue e desesperada pelo desejo era demais para que pudesse aguentar por mais tempo, não havia mais como esperar, ele precisava tê-la agora ou iria enlouquecer e de não de um jeito bom com quando enlouqueciam juntos.
Apenas se deu o trabalho de soltar o cinto e abaixar a calça junto à cueca, segurar sua cintura e firmá-la no colchão para então estocá-la de maneira forte e precisa, acertando em cheio seu âmago, arrancando-lhe um grito alto enquanto ela jogava o corpo contra o seu, uma pequena lágrima correndo por seu rosto, os tremores e espasmos atingindo e contraindo o corpo esguio e delicado, as unhas marcando suas costas sem pena.
Ele podia sentir seu interior se contrair, quase o esmagando, pouco antes de sentir uma nova umidade quente envolver seu m****o, algo bem diferente da anterior e ele sabia exatamente o que aquilo queria dizer, mesmo sem acreditar que aquilo fosse possível.
Apoiou o corpo com o cotovelo, a mão acariciando o rosto e afastando a franja para olhá-la mais a vez nos olhos, sentindo-a arfar, seu interior pulsando em volta de seu m****o que permaneceu ainda dentro dela.
Chat- Caramba meu amor, eu m*l comecei...
Marinette- Não...deu...pra segurar...
Chat- Isso quer dizer que você gostou?
Marinette- Mu-muito.
Chat- Ainda quer continuar?- perguntou se movendo lentamente, vendo-a jogar a cabeça para trás mais uma vez.
Marinette- Si-sim...po-por favor.
Um sorriso surgiu no rosto do rapaz que não demorou muito para tomar seus lábios com volúpia e desejo, o peito roçando nos s***s nus conforme seu corpo se ondulava acompanhando os movimentos que fazia em seu interior, os mesmos movimentos que fizera com a boca pouco antes, o que a levavam à loucura, não conseguindo parar de gemer e grunhir, mesmo que os sons ficassem abafados pela boca quente contra a sua.
Era delirante passar por tudo aquilo, a boca havia deixado a sua e percorrido até seu pescoço, onde ele lambia e deixava novas marcas na pele alva, as mãos segurando firme em suas nádegas, apertando com força a carne macia, os dedos pressionando-a e firmando-a enquanto ele se movia em seu interior.
Ela estava a ponto de sucumbir com tantas sensações ao mesmo tempo, suas pernas envolvendo o quadril firme, os pés pressionando a b***a do gatuno, os movimentos eram lentos o que só fazia a excitação de ambos aumentar sem medidas.
Cada estocada fazia com que o corpo esguio se curvar-se mais um pouco para trás, suas costas subindo de encontro a cabeceira, até ele ficar apoiado com os joelhos na cama, erguendo-a mais a cada investida, seus s***s balançando com os movimentos que faziam, ele se aproveitando da posição para tomar um nos lábios e sugá-lo com fome.
Ao sentir aquele toque em seu seio, ela perdeu por completo qualquer resquício de sanidade que ainda possuía, se entregando mais ainda à luxúria que estavam vivendo, sorrindo e chorando ao mesmo tempo, não acreditando em como era possível vivenciar tanto prazer de uma vez só.
Ele percebia o quanto ela estava perto, ele também estava, sentia seu interior se contrair de uma forma tão intensa que dava a impressão de que iria partí-lo ao meio, assim como sabia que ela sentia o mesmo, não dava mais para adiar, ele não seria capaz, mas queria que ela chegasse ao ápice para poder se entregar sem culpa.
Deixou que a garra descesse até sua b***a, as unhas quase furando a carne macia, o que fez com que ela se contraísse ainda mais, a mão indo até seus cabelos, puxando-os com força, obrigando-a a olhá-lo nos olhos, vendo o azul quase n***o de tanto prazer.
Marinette- Gatinho...eu...ah...
Chat- Isso meu bem, se solta, goza pra mim. Goza COMIGO.
Aquelas palavras foram como um estopim para ela, acendendo o que faltava pra que ela explodisse de vez, deixando que o orgasmo a arrebatasse de uma forma tão intensa que não acreditasse ser capaz de aguentar, um grito escapando por seus lábios enquanto sentia seu g**o escorrer pelo p*u de seu amado, ele a acompanhando segundos após, os dentes cravados em seu pescoço.