O dia passou como um sopro, ele m*l se continha de ansiedade pela liberdade que conseguira, tudo bem que era só um final de semana mas...depois de tantos anos vivendo sob o total controle de pessoas que decidiam tudo por ele, desde o que dizer, comer e até a cueca que poderia vestir, estar dois dias sob nenhuma supervisão era bom demais para conseguir expressar em palavras o que estava sentindo, por isso, pela primeira vez em muito tempo, fez tudo o que lhe foi designado a fazer sem reclamar, nem mesmo em pensamento, nenhuma vez.
A ansiedade estava a mil quando saiu para a casa do amigo, claro que com Nathalie e o segurança a tiracolo, não acreditou nem por um minuto que iriam deixar que fosse sozinho, mas não se importava, era um preço bem pequeno a pagar pelo que havia conseguido e o que estava por vir.
Já passava um pouco das seis da tarde quando eles finalmente foram embora, tinha certeza que ela ficariam esperando até terem certeza de que estava tudo bem, ele é o amigo também precisavam ter certeza de não ter ninguém por perto antes de que ele pudesse fugir de encontro à felicidade, os fundos da casa sendo a única opção segura de não dar de cara com eles e estragar tudo antes mesmo de conseguir fugir e dar início aos melhores dias de sua vida.
Do outro lado da cidade outra pessoa também contava os minutos ansiosamente, notando um a um os movimentos dos ponteiros, a sétima badalada suou alto em seus ouvidos trazendo a esperança de que ele pudesse realmente vir, não haviam combinado um horário certo, ele nem sequer havia lhe dado certeza de que realmente viria, mas ela acreditava, e esperava do fundo do coração, de que tudo estava bem e que não demoraria muito para ele chegar.
Se arrumara nos mínimos detalhes, tomara um banho demorado, só saindo quando sentiu os dedos ficarem enrugados, os cabelos exalavam o perfume do xampu e desciam em ondas pelas costas, queria algo diferente, então prendeu-os em uma trança delicada que ela deixou jogada sobre o ombro esquerdo, o vestido floral curto, uma de suas criações, dispensava o uso de sutiã, marcando levemente sua cintura, caía como uma luva em seu corpo, cobrindo discretamente a calcinha rendada que escolheu para aquela noite, uma maquiagem leve e sapatos rosados dando o toque final ao look escolhido a dedo para uma noite a dois
Tudo estava pronto, mesa posta, com diversas velas, jantar organizado apenas esperando para ser servido, sobremesa na geladeira e já tudo limpo e arrumado, sua ansiedade aumentando a cada segundo, tirou o avental, deu uma última olhada na janela e se virou, quase tendo um ataque ao olhar para a porta.
Seu gatinho estava lá, apoiado no batente de um jeito bem despojado, braços cruzados sobre o peito, roupa social, a camisa com alguns botões abertos, deixando parte do tórax à mostra, a máscara que ela sempre lhe dava, o mesmo cabelo bagunçado e sorriso atrevido.
Ela ficou parada, sequer conseguia respirar, piscar ou pensar direito, apenas o observou se afastar da porta e entrar na cozinha, andando vagarosamente até ela, os olhos fixos nos dele, podia reparar no movimento e mudança nas pupilas, se aproximando ao olhar de um predador, o que ao invés de deixá-la assustada, fez com que um calor bem conhecido surgisse entre suas pernas.
Não conseguiu perceber o momento exato em que ele chegara à sua frente, notara ele colocar algumas coisas sobre a mesa e, antes que ela esboçasse qualquer reação, ele a puxou pela cintura, uma das mãos firmando sua nuca.
A boca tomando os lábios em um beijo quente, sedento e ansioso, a língua buscando a sua, as mãos firmando e puxando o corpo delicado contra o seu, ela só tendo a oportunidade de espalmar as mãos em seu peito, tocando por dentro da a******a da camisa, ficando extasiada ao sentir o calor da pele através de suas palmas, o corpo sendo jogado para trás enquanto ele a amparava.
Cena típica de um filme romântico antigo.
Adrien- Bonsoir princesse.
Marinette- Bonsoir minou.
Adrien- Não sei se são meus olhos mas...hoje você está mais linda do que todos os dias que me lembro- falou dando mais um beijo leve em seus lábios- Isto é para você.
Ele lhe entregou um enorme buquê com diversas rosas que ela não tinha idéia de onde saíram, se bem que, estava tão entretida em vê-lo que com certeza não repararia nem se ele tivesse levado um gigantesco elefante cor-de-rosa.
Marinette- É lindo mon amour.
Adrien- Não tão lindo quanto você, na verdade, nada se compara à sua beleza- falou beijando sua mão.
Ela sorriu, um calor imenso percorrendo seu corpo, os olhos dele nos seus, até ele baixar o olhar e pegar sua mão.
Adrien- Estou sentindo falta de algo...onde está sua aliança?
Marinette- É que...não quis correr o risco de perdê-la na rua nem preparando a comida...mas eu vou já pegar...
Adrien- Não se preocupe, está tudo bem, além do mais, vai ser bom te dar novamente...
Marinette- Em que está pensando?
Adrien- Vai ficar na curiosidade bebê, mas...no momento, estou sentindo um cheiro maravilhoso...-falou se aproximando ainda mais, aspirando de leve seu pescoço, o que a fez se arrepiar.
Marinette- Eu nem...é o perfume de sempre...
Adrien- Não estou falando disso e sim dessa maravilha à minha frente- falou roubando uma das guloseimas.
Marinette- i****a!- falou batendo em sua mão com uma colher de p*u.
Adrien- Ai! Amor...
Marinette- Isso é pra você aprender.
Adrien- Você é muito má...vai precisar cuidar muito bem desse gatinho...- falou puxando-a pela cintura, os olhos nos seus, a mão indo rapidamente até sua b***a e apertando-a.
Marinette- Vou pensar no seu caso...- respondeu afastando-se.
Adrien- Tudo bem, prometo ser bem...convincente.
Ele saiu da cozinha por alguns instantes e voltou com uma garrafa de vinho e um grande sorriso no rosto.
Marinette- Por acaso está tentando me embebedar para se aproveitar de mim?
Adrien- E eu preciso do vinho pra isso?
Marinette- Você sabe que não...
Depois de um jantar perfeito, regado a muito amor, carícias, risadas e uma comida que o deixou totalmente extasiado, um sabor que nunca havia provado nada meramente parecido, a arrumação sendo feita a dois era muito mais divertida, apesar de demorar muito mais, eles foram ficar um pouco juntinhos na sala, comendo a sobremesa e tomando o vinho.
Apesar de saber que ele não estava transformado, ela conseguia ver o mesmo olhar doce quando ele experimentava algo que ela preparava.
Adrien- E então, o que quer fazer agora?
Marinette- Com você? Qualquer coisa é perfeito.
Adrien- Mais perfeito que essa torta e a sua companhia, impossível.
Marinette- Dá pra perceber que você gostou...
Adrien- Se eu gostei? Nunca comi nada nem perto disso...- falou com a boca cheia enquanto pegava outro pedaço, o que a fez rir.
Marinette- É apenas uma gallete de figos, nada demais.
Adrien- Nada demais?! Eu só como comida de verdade quando venho aqui, comida de verdade e cada vez mais deliciosa, lá em casa eu só como comidas...diferentes.
Marinette- Deve ser...complicado.
Adrien- Mas dá pra passar por isso de boa, principalmente por você me alimentar tão bem, até ganhei alguns quilos...- falou levantando um pouco a barra da camisa.
Marinette- Mesmo assim continua gostoso...
Adrien- Gostoso quanto?
Marinette- Aí depende...
Adrien- Depende é...depende de quê, exatamente?- perguntou abrindo os botões, um a um, sem desviar o olhar do dela.
Ela deveria ter imaginado que ele não deixaria aquilo barato, não sem ao menos uma provocação, ele sabia bem como mexer com a psique dela e, quando a ouviu respirações dificuldade pela primeira vez, resolveu se aproveitar disso e deixá-la um pouco mais...interessada na conversa, passando os dedos longos sobre a pele recém liberta do tecido, afastando-o um pouco mais para o deleite e desespero da azulada.
Marinette- Er...já tá legal assim...- pediu tentando fechar novamente a camisa em completo desespero.
Adrien- Tem certeza? Acho que ficou melhor assim...- provocou tirando de vez a camisa e jogando-a no chão.
Marinette- Eu...te odeio- murmurou quase sem fôlego.
Adrien- Odeia nada. Você me ama e tá louquinha pra eu chegar mais perto...- falou ficando a poucos centímetros de seu corpo- Te beijar...
Marinette- Eu...pa-pára. Vamos ter muito tempo pra isso- pediu se afastando, com bastante dificuldade e sem nenhuma convicção.
Adrien- Ok, ok- falou rindo- Que tal um filme agora?
Marinette- Cla-claro...eu...tem alguma preferência?
Adrien- Bem...tem um que um amigo me indicou, ele disse que a namorada dele gostou bastante.
Marinette- E é bom?
Adrien- Bem, eu ainda não assisti mas...pelo que ele me disse é um filme bem...romântico, tenho certeza que você vai gostar.
Marinette- Que seja esse então, qual o nome?
Adrien- 365 dias.
Tudo pronto.
Ela buscou uma coberta para eles assistirem bem juntinhos, o vinho que eles haviam bebido só um pouco durante o jantar estava na mesa, cada um segurando uma taça e a televisão ligada, eles só esperando o filme começar.
Ela se ajeitou do jeito mais confortável que conseguira, as costas sobre o peito dele, ele com as mãos em volta de sua cintura, a cabeça apoiada no ombro da pequena.
Então ela deu o play, o ator era algo fora do normal, sedutor, quente, um verdadeiro macho alfa, as primeiras partes eram empolgantes mas nada tão excepcional, eles bebiam abraçados, trocando vários beijos em várias cenas, até que o filme começou a esquentar...
Marinette- O que...
Adrien- Calma, agora que vai começar a parte boa...
Uma das mãos continuou em sua cintura, enquanto a outra subiu por seu corpo, até chegar ao seu decote, a mão adentrar e descê-lo só um pouco, a boca beijando de leve seu pescoço.
Marinette- Gatinho...
Adrien- Só presta atenção no filme, meu bem...
Era difícil se concentrar, aquele cara do filme sabia realmente o que e como fazer, as cenas iam esquentando e, para piorar, ou não, ele não a deixava apenas assistir, os toques ficando mais e mais intensos, ela jogando a cabeça contra seu peito, seus gemidos se tornando cada vez mais audíveis, se misturando aos gemidos do filme.
Uma das mãos já havia adentrando o decote, conseguindo tocar o seio cálido, com toques suaves, envolvendo-o delicadamente enquanto a outra havia descido e ido para baixo da coberta, tocando sua coxa, os dedos tocando levemente a pele macia, subindo vagarosamente.
Adrien- Tá gostando ratinha?
Marinette- Mu-muito...
Adrien- Quer mais? Onde quer que eu toque?- perguntou subindo a mão ainda mais por sua perna, até chegar à sua calcinha.
Marinette- Onde...onde quiser...
Adrien- Posso mesmo?- perguntou afastando um pouco sua calcinha e tocando sua i********e, ela gemeu ainda mais alto se contorcendo e virou o rosto, buscando sua boca- Continua assistindo.
Ela tentava se concentrar, mas era cada vez mais impossível, ele segurava sua cabeça, fazendo-a ficar de frente para a televisão, a boca em seu pescoço, o decote abaixado o suficiente para deixar um dos s***s completamente livre, tendo a mão envolvendo-o.
A boca maltratava o pescoço, marcando, chupando e mordendo, a mão massageava o seio, os dedos apertando e beliscando o mamilo, ela se contorcendo contra ele, gemendo alto.
Marinette- Chat, eu...
Adrien- Agora vai começar a nossa parte boa...
Ele beijou-a mais uma vez antes antes de afastá-la e se levantar, vendo-a se ajeitar, sentando de frente a ele, muito, muito ofegante.
Ele olhava para ela com um olhar totalmente tomado pela luxúria, cada movimento que ele fazia era seguido pelo olhar dela, quase como se estivesse hipnotizada, sem conseguir emitir nenhum som quando ele se aproximou, ainda em pé e tocou seu seio exposto, levando a mão delicada para a parte da frente de sua calça, fazendo-a notar o volume que se formara ali.
Ela ofegava demais quando ele começou a mover a mão pequenina sobre aquele volume que a calça escondia, sua mão tocando o seio enquanto a boca maltratava o pescoço mais uma vez, isso até ele parar de tocar o seio e abrir a calça e abaixar a cueca que vestia, deixando que ela observasse o m****o saltando ao se sentir livre daquela prisão onde se encontrava.
Adrien- Você sabe o que fazer, ratinha.
Ela não conseguia disfarçar o que sentiu ao vê-lo ali, completamente nu à sua frente, sem o menor constrangimento com aquilo, apenas deixou as roupas escorregarem por suas pernas e as descartou sem nenhuma dificuldade, largou-as no chão e se aproximou, segurando o queixo para tomar seus lábios em beijo que era pura tentação e se endireitou, o verde de seus olhos brilhando lindamente, o polegar acariciando o rosto delicado enquanto ele pegava sua mão para envolver o m****o em um movimento sem pressa.
Para ela era impossível ficar imune à visão exuberante que era seu namorado, para ela era como se uma daquelas estátuas do museu houvesse criado vida e estivesse ali, para seu deleite em todo seu esplendor, o m****o fazendo com que sua boca salivasse muito mais que o normal, apenas querendo sentir o seu gosto sem demora.
E foi o que fez, segurou a base com uma das mãos, não deixando que seus olhares se deeviassem enquanto a boca se aproximava, a mão ainda o segurando para ter a firmeza de poder prová-lo e saboreá-lo sem ressalvas nem reservas.
A agonia tomou conta do rapaz com os movimentos lentos que ela fazia, subindo e descendo bem devagar, fazendo com que ele sentisse cada um deles, a língua molhando todo o m****o enquanto a boca o chupava sem a menor vergonha, a ânsia tomando conta dele a cada movimento, segurando sua trança com uma das mãos, guiando-a conforme aumentava aumentava velocidade, ele quase rosnando de tão alto que gemia.
Ela estava sentada, as mãos firmando o m****o em sua boca, quando ele a segurou e afastou, sem explicação, fazendo-a levantar o olhar.
Marinette- O que...
Adrien- Minha hora de brincar.
Ele se abaixou lentamente até ficar de joelhos à sua frente, puxando-a para a beira em um movimento repentino, fazendo-a soltar um gemido quando puxou a parte de cima de seu vestido para baixo de uma só vez, libertando ambos os s***s para seus carinhos, a boca tomando um deles.
Por mais que ela tentasse se conter e ficar parada, não conseguiu evitar de segurar seus cabelos quando sentiu a boca quente maltratar seu mamilo, sugando-o com vontade, deixando marcas e fazendo-a gemer alto, logo dando a mesma atenção ao outro seio.
As mãos seguiram por suas coxas, levantando seu vestido o suficiente para ter a visão da calcinha que ela vestia, aproximando o rosto de suas coxas, beijando-as por todo o caminho até chegar àquele pequeno tecido rendado.
Chat- Huum...amei a calcinha vermelha...
Ela não conseguiu sufocar o gemido quando sentiu o primeiro toque dos lábios sobre o tecido, chupando-a apesar da barreira entre eles, sentindo o tecido não fazer nenhum impedimento para que sua língua pudesse sentir o tamanho de sua excitação.
Ela pôde sentir as mãos descerem a calcinha lentamente por suas pernas, os olhos nos seus pouco antes de afastar ainda mais suas pernas, tendo a visão privilegiada de sua i********e, aberta e brilhando pela umidade que a cobria.
O primeiro toque em sua i********e a fez tremer, jogando a cabeça para trás, sentindo a língua, quente e macia, tocar seu ponto mais íntimo, a língua maltratando seu c******s sem a menor piedade.
As mãos acariciavam suas coxas enquanto a boca e a língua iam mais e mais fundo, tornando as carícias mais intensas e profundas, as mãos pequeninas se embrenhando em seus cabelos, ela acompanhado os movimentos, seu corpo se movendo por conta própria.
A língua subia e descia, as mãos seguindo pelo interior de suas coxas até chegar à sua i********e e começar a dedilhá-la, os dedos afastando os lábios, a língua lambendo tudo ao seu redor e invadindo-a sem pensar em mais nada, ela gemia alto, puxando a cabeça de encontro a si, jogando a própria tanto para trás que já não havia distância entre sua cabeça e o sofá.
Ele a chupava com vontade, segurando sua b***a para ir cada vez mais fundo, ele parecia uma criança faminta e sedenta de mais, as mãos seguravam e apertavam os s***s, a língua invadia e recuava sem parar.
O rosto entre suas pernas as mantinham afastadas enquanto sua boca, língua e dentes maltratavam a carne macia, com tanta vontade que parecia fúria, ela puxando cada vez mais os fios dourados, já não era possível distância entre eles, eram um só.
A língua em seu interior investia rapidamente, ele chupando seu c******s, as mãos o deixando ir mais fundo, ela quase gritando de tanto prazer.
Ele percebia o quanto ela estava perto continuando até sentir seu interior se estreitar, então desceu uma das mãos, invadindo-a com dois dedos, arrancando um grito quase animalesco de sua pequena, ela emitindo sons incompreensíveis, o corpo se movendo ao encontro do rosto de seu amado, as pernas apoiadas em seus ombros, os pés o puxando mais e mais
Não demorou muito para ele sentir os tremores e o aperto aumentarem, os fios eram puxados com tanta força que ele nem sabia se resistiriam por muito tempo, mas isso não importava, queria apenas ir até o fim e, quando aconteceu, ela se entregou de tal forma que não sufocou nenhum som, tremendo e se derramando em sua boca, que ele sugou até a última gota.
Demorou algum tempo até que ela conseguisse ter o controle sobre seu corpo se volta, ele já tendo voltado para o sofá com ela, aninhando-a nos braços.
Adrien- Continua tão doce quanto eu lembrava...- falou beijando de leve em seus lábios, fazendo-a provar seu próprio gosto.
Marinette- Eu...te amo...- murmurou ofegante enquanto sentia a mão acariciando seu rosto.
Adrien- Também te amo, muito mais do que possa explicar.
Marinette- Amor...por que...
Adrien- Por que não deixei que fosse até o fim, como deixei que você fosse?- perguntou recebendo um aceno como resposta- Por mais que eu goste do que sua boquinha é capaz de fazer, e eu gosto muito, essa é a sua noite, sua noite para poder gemer, gritar e tudo mais que eu conseguir fazer pra te dar prazer.
Ela ouvia atentamente aquelas palavras, mas sua mente só conseguia se concentrar nas mãos que a puxavam e escorregaram até sua b***a, puxando-a para si, tocando-a sem o menor pudor, a boca deixando um rastro de fogo em seu pescoço e buscando sua orelha enquanto sentia os s***s despidos serem pressionados contra o tórax malhado e quente.
Ele sabia exatamente o que fazer para provocá-la, quais pontos tocar para levá-la à loucura, seu corpo inteiro arrepiado pelos toques íntimos e devassos, a mão indo até o interior de suas coxas enquanto ele se ajeitava sobre ela, ele levantando sua coxa esquerda antes de se colocar com o corpo tão perto que sequer precisava se mexer para roçar em sua i********e, seu pé direito bem apoiado no chão para poder ter um controle maior do que fazia.
Ela ofegava e gemia mais alto a cada vez que ele ameaçava invadí-la, já não conseguia sequer pensar direito, o filme era apenas um detalhe, os sons que vinham dele sendo como uma melodia de fundo, o que fazia que o t***o de ambos aumentasse a cada suspiro vindo da televisão.
Foram muitos minutos em que ele permaneceu naquela doce agonia, recuando a cada vez que ela acreditava que iria finalmente sentí-lo por completo, seu interior pulsando pela antecipação, os gemidos que ela ouvia só faziam com que seu desespero para que ele fosse além das brincadeiras aumentasse.
Quando ela desistiu de acreditar que aquilo realmente aconteceria, que ficariam apenas nas provocações, ele tomou sua boca em um beijo voraz e a penetrou de uma só vez, sem que ela esperasse, ela não conseguindo sufocar o grito pelo prazer e pela surpresa.
A umidade que escorria por suas pernas era tanta que ele nada fez, apenas ficou imóvel, aproveitando daquele calor que o envolvia e o abraçava, suas mãos apertando com força suas nádegas, notando a angústia em que ela se encontrava, tocando o rosto delicado para deixá-la ainda mais ansiosa pelo que estava por vir.
Ela ficou completamente extasiada quando ele resolveu se mover, investindo e recuando em um ritmo tão lento que chegava a ser uma tortura, mas ainda assim não tinha idéia do que ele pretendia e se assustou quando ele ergueu um pouco mais sua perna, penetrando-a muito mais profundamente, uma, duas vezes, para então erguer a outra também, apoiando as duas em seus ombros, fazendo com que ela se sentisse no paraíso com todas as sensações que ele lhe proporcionava.
Ela cruzou as pernas fazendo com que ele pudesse ir mais fundo, ambos em sintonia, ele com uma das mãos puxando seu cabelo, fazendo-a virar a cabeça para o lado, tendo seu pescoço à mercê de seus dentes que marcavam a pele sem dó nem piedade, ela arranhando onde alcançava.
Depois de "brincar" bastante naquela posição, ele queria mais, queria tê-la de todas as formas possíveis, por isso abaixou suas pernas devagar, sem parar de desfrutar o que estava vivendo, para então jogar seu corpo para trás, levando-a consigo e ficando sentado, sem deixar que sua conexão se desfizesse.
Ele segurava sua b***a firmemente fazendo-a subir e descer cada vez mais rápido, quicando sem pensar em mais nada, ela mordendo seu pescoço com vontade, se apoiando em seus ombros, os s***s se esfregando em seu peito.
As mordidas davam a ele uma sensação deliciosa, algo muito além da dor, era um prazer muito além do planejado, que o fazia urrar, mas ele sabia que esse prazer poderia ter consequências...
Ele então puxou sua trança com uma das mãos forçando-a a olhá-lo nos olhos.
Adrien- Cuidado ratinha, por mais que eu esteja gostando, e estou muito, você não vai querer descobrir quem eu sou desse jeito, não por uma marca em meu pescoço.
Marinette- O que...mas...
Aquilo não era possível, ou será que...
Antes que ela pudesse pensar ou perguntar qualquer coisa, ele tomou sua boca com intensidade, a língua invadindo-a o mais fundo que conseguia, as mãos segurando-a enquanto seus quadris avançavam, penetrando-a mais e mais, o que a deixava a cada momento mais perto da loucura total.
Ele se curvou mais um pouco, ficando deitado de costas com ela sobre si, ela ofegando cada vez mais, aquela música que vinha do filme, aquela voz tão deliciosa, mais os toques e as investidas a faziam perder a consciência de qualquer coisa que não fosse o prazer que proporcionavam um ao outro.
Adrien- Rebola pra mim ratinha, quero ver você rebolando no meu p*u como a ratinha safada que você é...- ordenou batendo com força em sua nádega esquerda.
Ela nunca imaginou ouví-lo falar algo assim mas, ao invés de ficar escandalizada, ouvir aquilo aumentou ainda mais o t***o e o prazer que sentia, seu corpo erguido, ele com as mãos em seus s***s, apertando e puxando conforme ela se movia, para frente e para trás, para cima e para baixo.
Ela falava palavras totalmente desconexas, grunhindo tão alto quanto ele, seus gemidos em uníssono com a música e os gemidos que vinham do filme.
Ele podia ver em seu rosto um prazer tão grande que não haveria como esconder ou disfarçar, sua mão já havia descido, o polegar tocando sua i********e, ela sufocando os gritos mordendo os dedos com força, o suor e as lágrimas escorrendo por seu rosto.
Ele a puxou, abraçando-a com força, as mãos em sua b***a, as investidas tão rápidas que praticamente não paravam, os lábios nos dela num beijo profundo e sensual, a boca sendo guiada por ela ao jogar a cabeça para trás no momento em que ambos chegaram juntos ao ápice, os gritos se misturando em seus lábios, ele se derramando em seu interior.
Eles ficaram vários minutos calados, apenas esperando suas respirações tomarem o ritmo próximo ao normal, ele afastando uma mecha de cabelo que havia se soltado da trança, acariciando seu rosto, antes de abraçá-la mais uma vez, apoiando sua cabeça em seu ombro.