Capítulo 49

933 Palavras

Ele disse que não sabia de muita coisa, só que acreditava porque seria muito burro de não ter fé nem nada. Ela continuou comendo com as pernas no colo dele: — Então confia nele, só que Deus é justo, se você já errou, sabe, né? Não tô aqui pra te julgar. Ele perguntou como era o livre arbítrio, se ia tomar punição de Deus por errar. Ela pediu água, tomou refrigerante, começou a comer chocolate intrigada: — Que diferente, como é o nome? É muito bom! Nunca comi nada assim. Ele sorriu admirando o jeito humilde dela: — É importado, tá sendo patrocinada pelo crime, hein, tá maluco. Vai, pô, desenrola aí o bagulho de Deus. Ela ofereceu um pedaço, ele guiou sua mão, pegou o chocolate com a boca: — Bora entrar na piscina? Eu cuido de você ou não. Se pá, morre afogada aí. Ela tirou as pernas

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