Ele disse que não sabia de muita coisa, só que acreditava porque seria muito burro de não ter fé nem nada. Ela continuou comendo com as pernas no colo dele: — Então confia nele, só que Deus é justo, se você já errou, sabe, né? Não tô aqui pra te julgar. Ele perguntou como era o livre arbítrio, se ia tomar punição de Deus por errar. Ela pediu água, tomou refrigerante, começou a comer chocolate intrigada: — Que diferente, como é o nome? É muito bom! Nunca comi nada assim. Ele sorriu admirando o jeito humilde dela: — É importado, tá sendo patrocinada pelo crime, hein, tá maluco. Vai, pô, desenrola aí o bagulho de Deus. Ela ofereceu um pedaço, ele guiou sua mão, pegou o chocolate com a boca: — Bora entrar na piscina? Eu cuido de você ou não. Se pá, morre afogada aí. Ela tirou as pernas

