Ele disse que não podia e que ia levar ela para as ideias, com provas das câmeras que tinha pela casa toda, começou a falar que ela ia ser morta, por inventar mentiras, foi interrompido: — f**a-se, parça. Cê vai ficar de boa e vai vir com a gente. — Ou vou sentar o dedo aqui mesmo. O outro homem encostou nele com a arma em punho, segurou seu braço: — Bora, c*****o. Ele sabia quais as intenções dos homens, não seria apenas uma conversa ou julgamento, ele mesmo já tinha feito isso com outros caras, assim que saíssem de dentro da rodoviária iriam levá-lo num canto e apagar ele, para queimar arquivo. Ele sabia que tinha que fazer alguma coisa, era questão de vida ou morte, então ele aceitou ir com os homens, pensando que na primeira oportunidade que tivesse, fugiria. Isso só não podia

