Passaram-se mais vinte minutos quando ele parou em um estacionamento. Notei os muitos carros chamativos estacionados aqui. Ele desligou o motor e saiu. Incertamente, eu soltei meu cinto de segurança e fiz o mesmo. Ele já estava na minha frente quando fechei a porta. -Eu não vou correr. Eu disse, irritada por ele agir como meu guarda-costas indesejado. -Eu quero falar com meu irmão. Olhei para cima e vi o leve sorriso levantando um lado de seus lábios. -Bom. Disse ele, envolvendo uma mão em meu braço e me guiando para perto dele. Enquanto caminhávamos até a porta, senti como se estivesse grudada nele pelo quadril. Fiz uma careta e tentei afastá-lo. A sensação dele tão perto não me caiu bem. Eu estava quente e tensa ao mesmo tempo, e meus sei*os e mam*ilos estavam ficando excitados. Eu

