CAPITULO 4

1071 Palavras
James deu de ombros. Dois milhões era muito dinheiro, e ele não negava o fato de que queria o dinheiro de volta para ele. Ele sabia, no entanto, que não havia esperança de receber nem mesmo um dólar de volta do próprio Andy. O menino tinha apenas vinte anos e ma*l conseguia sobreviver neste mundo de negócios doentio, competitivo e c***l. Ele parecia um cordeiro perdido e inocente pisando acidentalmente numa matilha de lobos famintos. A sua irmã, no entanto, era uma história diferente. Ela parecia ter dois milhões de sobra, informando-o por e-mail que ela estaria negociando sua libertação. James queria rir com a palavra liberação. Não era como se ele estivesse aprisionando Andy contra a sua vontade, pelo amor de Deus. -James, Scott, Eric. A voz do Sr. Worthington chamou a atenção de James. Ele virou-se, assim como os seus irmãos. Ele colocou a fachada do sorriso habitual quando estendeu uma mão. -Sr. Worthington. Disse ele. Eles apertaram-se e apertaram as mãos, fortes e firmes, confirmando a sua confiança e poder um para o outro. Uma vez liberado, o homem mais velho fez o mesmo com Scott e depois com Eric. — Então, como está o seu pai? O Sr. Worthington perguntou. James lançou um olhar para Eric, imaginando como o irmão reagiria. Desde o anúncio do seu pai na semana passada, informando-os da sua intenção de casamento com uma jovem de 25 anos, eles ficaram chocados. Mas Eric foi o mais afetado, pois pensou que a sua mãe, uma beldade meio asiática que morrera apenas alguns anos atrás de câncer, seria a última noiva do seu pai. Afinal, eles sabiam o quanto seu velho a amava e a estimava nos últimos vinte e cinco anos. Mas então ninguém conseguiu impedir o homem de se apaixonar novamente, mesmo aos cinquenta e oito anos e aposentado. O fato de ele só ter visto a jovem duas vezes, de acordo com a sua fonte muito confiável, Lee, o motorista de seu pai, também não diminuiu o entusiasmo do velho. E a raiva de Eric contra a ideia ultrajante certamente não impediria a cerimônia planejada que, James não tinha dúvida, aconteceria em um futuro próximo. Ela seria a esposa número quatro. Uma mulher de vinte e cinco anos seria sua madrasta. Assim como Eric disse... É fó*da! Tão fodi*do. -Bem. Disse James ao Sr. Worthington. — Ele está bem, — É uma pena que ele não possa vir. Respondeu o Sr. Worthington. — Maria teria ficado satisfeita. Com este comentário, ele olhou para sua esposa do outro lado do salão, conversando com um grupo de pessoas. -Mas não importa. Ele sorriu. -Vamos para o meu escritório? James sorriu e assentiu brevemente. A discussão transcorreu conforme o planejado e, ao final daquela sessão curta e não planejada, um contrato comercial não oficial entre os Maxwells e os Worthingtons foi selado. Foi uma hora depois, enquanto James estava sozinho na sacada e olhava para a vasta cidade abaixo. Uma cena que ele estava acostumado e bastante cansado – quando Whitney se aproximou dele. -Olá, James. Ela cumprimentou. Irritação explodiu dentro dele imediatamente. Ele estava chateado por ela estar perturbando sua paz, e ele não se incomodou em esconder isso. Relutantemente, ele voltou sua atenção para ela, uma carranca escura em seu rosto. -O que você quer? Ela encolheu os ombros esbeltos elegantemente. Então ela se inclinou para perto dele, sua mão tocando seu braço, levemente, mas intimamente, como ela costumava fazer. Ele adorava quando ela o tocava. Mas depois de testemunhar ela tocando outro homem, acariciando sua carne e acariciando seu pá*u, foi bem diferente. Não esse cara atual. Outro. Ele não conseguia se lembrar de quem ele era agora. Ele tinha sido um borrão para James durante a descoberta acidental. Ele só se lembrava de sentir o choque e depois a raiva e a descrença de que sua esposa estava transando com outro homem em sua casa. Bem, a casa dela agora. Uma pontada de desgosto queimou seu braço onde ela ainda estava com a mão, e a vontade de empurrá-la era forte. -Você não sente falta disso? Ela perguntou, descansando a cabeça em seu ombro. A irritação subiu mais forte em suas veias, e ele não aguentou mais. Ele a empurrou para longe dele e deu um passo para trás. -O que você está fazendo? -Eu pensei que você sentia minha falta. Disse ela, dando-lhe aquele lindo sorriso dela que costumava deixá-lo de joelhos. Mas não mais. Agora ele só se sentia enojado com isso. Ele cruzou os braços sobre o peito e escolheu o assunto que mais precisava discutir com ela. -Você está planejando ver Aria em breve? À menção de sua filha, ela ficou agitada. -Bem, você sabe, é melhor eu não vê-la... ainda. -Pelo amor de Deus, Whitney, dê a sua própria filha um pouco do seu tempo. Já se passaram três anos. Ele odiava dizer a próxima frase, porque para ser honesto, ele não queria que Aria visse Whitney, uma mãe que não dava a mínima para sua própria filha. Uma mãe que preferia fugir com um homem com quem estava transando do que ficar com sua própria filha de três anos, que chorava e implorava por ela. Mas seu coração doía como o inferno quando via Aria tão ferida toda vez que lhe dizia que Whitney não poderia vir. -Ela sente sua falta. Whitney franziu o cenho e retrucou: -Ela tinha apenas três anos. Ela não consegue se lembrar muito de mim. Suas palavras o irritaram. Ele teve que respirar fundo para acalmar a ira que estava crescendo lentamente dentro dele. -E em breve, ela não vai se lembrar de você se você não fizer nenhum esforço para vê-la. Disse ele friamente. Ele não queria mais estar lá, não queria mais estar perto da mulher que o traiu, desde o início de seu relacionamento. Ele girou nos calcanhares e foi embora. -James, espere! -Whitney. Ele disse asperamente por cima do ombro. - Arrume sua vida e então venha ver nossa filha de vez em quando. De volta ao salão de baile onde bilionários e milionários se misturavam, James foi direto para seus irmãos. -Estou indo embora. Disse ele. Scott olhou para a sacada que James tinha acabado de sair e viu Whitney lá. Ele entendeu. -Beije Aria por mim. Disse ele. -Eu também. Eric entrou na conversa. -E diga a ela que eu já sinto falta dela.
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