NATHANIEL O rosto de Diana se transforma em uma bagunça de confusão, arrependimento e vermelhidão. — Você faz o quê? — Pergunto provocando mesmo sabendo que ela não vai responder. Mas quem poderia me culpar? Imaginar Diana sozinha nesse apartamento se tocando por minha causa... Isso fez meu ego inflar a ponto que quase explodir. Ainda apoiado nos braços, olho para ela, tentando absorver cada detalhe. Seus olhos, agora um pouco arregalados depois do que acabou de revelar, suas bochechas coradas, e aquele sorriso nervoso que me faz querer provocar-la um pouco mais. Cada dia que passa tenho mais convicção de que ela é perfeita pra mim. — Você não deveria me dizer essas coisas, diabinha — murmuro, minha voz soando rouca, quase como um aviso. — Eu já estava perdendo o controle antes, mas

