Capítulo 3

451 Palavras
***Analiz*** O vento por aqui é quente, meu coque já se soltou muitas vezes e eu desisto de tentar prendê-lo de novo, já estávamos descalços enquanto caminhávamos. - Olha ali – Thomaz aponta pra uma barraquinha na areia – topa mais um drink? – sorri. - Só se você me acompanhar! - Não precisa nem pedir duas vezes – ele ri e vai até lá rapidamente. Volta com dois copos e me entrega um. - Esse é meu preferido, siriguela, conhece? - Não – tomo um gole – acho que agora é meu preferido também – rimos. Nos sentamos na areia e ficamos algum tempo entre conversas, risos e mais uma meia dúzia de drinks que tomamos. Já estava tarde e não tinha quase ninguém por ali. - Eu pagava pra ver a cara do moleque depois desse fora – Thomaz fala entre risos. - Não! Também não é assim! O cara que era uma mala sem a mínima noção e bêbado! E eu não sou tão má assim, se fosse em outra situação, eu não daria um tapa na cara dele se me roubasse um beijo – ria enquanto me defendia da história que contei de uma festa a fantasia que fui quando morava nos Estados Unidos. - Será que não? – ele para de rir e me olha sério. - Claro que não Thomaz! Um beijo roubado não merece um tapa – olho em seus olhos. Thomaz põe uma de suas mãos na minha nuca e me beija. Era um beijo devagar e cheio de vontade, parecia que ele me desejou por muito tempo. Ele colocou a outra mão em minha cintura e colou nossos corpos, pude sentir seu m****o enrijecer: - Vamos devagar – falo entre o beijo. Thomaz vai parando o beijo devagar e me dá alguns selinhos. - Tudo bem – sorri – acho melhor a gente voltar pro hotel, antes que eu faça algo e tome um tapa – ri. - Não vou te bater – dou uma risadinha tímida – mas também acho melhor a gente voltar. Ele me dá mais alguns selinhos, se levanta, me ajuda a levantar e pega nossos sapatos. Thomaz põe a mão em minha cintura e caminhamos até o hotel terminando nossos drinks. Ele me leva até meu quarto parando na porta. - Não vai me convidar pra entrar? – ele sorri enquanto se encosta no batente. - Não Thomaz, hoje não – sorrio de volta. - Tudo bem, ainda teremos muitos dias – ele me rouba um selinho demorado – Até amanhã Analiz – se aproxima me segurando contra seu corpo e me beija – te encontro pro café. Dou um sorriso e o vejo entrar no elevador.
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