Capítulo 24

1499 Palavras

Gael Não consegui resistir à tentação de atormentá-la um pouco. Tinha que reprimir meus desejos sádicos, mas ouvir ela suplicar não era algo que poderia deixar passar. Abaixando a voz, murmuro: — Não sei, não. Acho que deveria parar. — Não, por favor, não pare. — Ela geme quando acaricio o c******s com o polegar e, simultaneamente, o pênis em seu traseiro. — Por favor, não pare. — Então me diga o que quer que faça com você. —Continuei acariciando o c******s. Ela parecia fogo nos meus braços. Os cabelos tinham o perfume floral do xampu e as paredes internas de sua v****a se flexionaram em volta do meu dedo, como se estivesse tentando puxar meu dedo mais para dentro. — Me diga exatamente o que quer. — Você sabe o que eu quero. — Antônia estava ofegante e os quadris se moviam como se

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