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965 Palavras

179 -- Gadernal Narrando Mermão, eu tava ali, parado na calçada com um saco de lixo preto na mão, olhando pra porta que a Manu acabou de bater na minha cara. O estalo do trinco ecoou no meu peito mais forte que o oitão da Juliana. Que esculacho, papo reto! O Gardenal, braço direito do Urso, o cara que resolve os problema da Penha, expulso de casa igual um moleque que não lavou a louça. — Essa mulher é maluca, c*****o! — resmunguei sozinho, chutando uma pedrinha no asfalto. Na moral, eu não traí a Manu. Nunca botei um pé fora da linha pra encontrar ninguém, nunca fiz safadeza de corpo presente. Mas, porra... é ego de homem, tá ligado? A gente tá ali no i********:, vê uma foto, curte, manda um foguinho, troca um lero de "oi, sumida"... é só pra saber que ainda tá no jogo, que a pista aind

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