151 -- Urso Narrando O silêncio finalmente reinou no quarto, mas o cheiro de sexo e de vitória ainda pairava no ar. A Juliana apagou. Foi uma queda brusca, como se a energia dela tivesse sido cortada de uma vez só depois que eu descarreguei tudo nela. O cansaço do vinho misturado com a surra de prazer que eu dei deixou ela imóvel, entregue, com a respiração pesada contra o travesseiro. Eu continuei acordado, a adrenalina ainda baixando devagar. Acendi um cigarro, deixei a fumaça rodar o teto e fiquei ali, só admirando o estrago que eu tinha feito. A luz da lua entrava pela fresta da cortina e batia direto no corpo dela. p**a que pariu, que visão! Ela estava deitada de lado, totalmente pelada, e o corpo dela era um mapa do que foi aquela madrugada. Minhas mãos estavam desenhadas naquelas

