Me chame de sua!!!

1596 Palavras
.Adam Santnelle. Acho que dormi demais. Me sento na cama e percebo que o gato estava deitado em cima de mim. — Meow. — Ela sai miando. Gato folgado. Olho para o sofá e não vejo a garota. Onde ela está? Levanto indo em direção a cozinha, logo consigo ver a pirralha, seu cabelo rosa está em um coque e ela veste um vestido branco e marrom. Por que ela está tão arrumada, por acaso ela irá a algum lugar? Fecho meus punhos só de pensar que ela poderia estar indo se encontrar com alguém. Eu não deveria me importar com isso. — Bo dia. — Ela se vira pra mim com o sorriso de sempre. Por algum motivo meu coração se aquece. — Eu fiz seu tafé da manhã, senta ai. — Simpática como sempre. — Eu não estou com fome e não quero sua comida. — Ela me olha surpresa, eu não mereço sua bondade. — Bem é ti sua barriguinha roncou muto dulanti a noti, voxe devi está tum fomi. Po que naum tome um poco? — Por que ela é tão boa quando eu sou tão arrogante? — Eu já disse que não quero. Eu só precisava de um lugar para me esconder durante a noite. — Minto. Lhe dou as costas. — Ah... se você contar isso para alguém, eu vou voltar aqui e vou te matar. — Ela sorrir acenando para mim. — Se pecisa de mim, eu estalei ati. A popósito eu me chamo Kitty, ta bom? — Saio de sua casa batendo a porta. Por que ela teve que me salvar? Coloco a mão em meu peito sentindo meu coração doer novamente, eusó estou a poucos metros de distância e já me sinto como se tivesse ultrapassado minha cota de ficar longe dela. .Kitty Pots. — Naum mi lembo tal foi a ultima vez ti tumi lasanha. — Molly resmunga se jogando na minha cama. — Damon naum tem cozinhado é? — Rio dela. Molly é um desastre na cozinha. — Naum, eu sempi tenhu ti tompa tumida, agola ele só tabalha e tabalha... e se ele estive me taindo? — Gargalho. — Damon? Se voxe sugeli-se ti ele foi abdusido falia mais sentido. — Ela bufa. Continuo arrumando minhas coisas enquanto ela olha para o teto pensativa. Automaticamente me lembro do ursinho dormindo na cama, ele dormiu como um pedra, estava tão lindo enquanto dormia, eu queria poder fazer carinho nele, mas sei que ele acordaria e me chingaria até não poder mais. Rio quando esse pensamento cruza minha mente. Ele é fofo quando está bravo. Olho para Molly que suspira pela vigésima vez. — Tudu bem, Uti houve? Voxe tem algo pa me conta? — Digo e ela me olha de canto, depois de tanto tentar chamar minha atenção. — Eu estou grávida. A olho totalmente surpresa. — Voxe... uti? — Digo em choque. — Eu tô dravida, já faz um tempinho ti eu sei. — Pisco algumas vezes tentando assimilar o que acabei de ouvir. Tá... eles já são casados a cinco anos, isso iria acontecer alguma hora, mas... ainda é um choque pra mim. — Issu é... bom Né? Te dizer... voxes se amam, são tasados, isso é normal. — Ela se senta na cama. — Eu tô tum medu di ele ter enjoado de mim, sela ti ele naum me ama mais? — Sorrio indo até ela, me sento do seu lado e a abraço. — Molly, toda vez ti eu vou na sua casa, eu vejo tomu Damon ti olha, ele é louco pu voxe, todo casal tem um momento difícil, mas vai fica tudinho bem, voxe vai até ter alguém pa binca agola. Um novu pincipi ou uma pincesinha. — Ela rir. — Voxe sabi ti eu vou ter ti muda. — n**o. — Eu sei te voxê vai pecisa se uma boa mãe, mas além disso voxe pode tontinua a se uma boa baby. Naum pecisa muda totalmente, mas um bebê é uma dandi reponsabilidade ele naum é um binquedo. — Eu tenho quantos anos mesmo? — Sabia ti voxe é três anos mais nova ti eu? — Assinto. — issu é injusto já qui eu sou mais reposavel ti voxe. — Ela rir me abraçando. — Obligada, voxe é uma dandi amiga. — sorrio. — Eu sei. — Rimos. Temos um bebezinho a caminho, um mini Damon ou uma mini Molly? Eu estou louca para ser a titia Kitty. .Adam Santnelle. — Eu tenho um serviço para você. — Rick o homem que me passa as informações. — Estou ouvindo. — Digo de uma vez. — Você está encarregado de matar um milionário ai, de acordo com nosso cliente, é uma vingança pessoal, mas ele não pode dar as caras no país, eu te mandarei os dados, o que você acha? — Ele estará morto até o final do dia. — Desligo e jogo o celular descartável no mar. Rick deve mandar tudo para a minha caixa de Imail, esse é o meu trabalho. (...) Kitty... Sai da minha cabeça, p***a! Olho para sua casa e vejo que as luzes já estão apagadas, ela deve estar dormindo agora. Desde aquele maldito dia, eu venho ver se ela está a salvo, sinto a necessidade de protege-la, mesmo eu querendo mata-la. Eu sou tão complexo. O que ela fez comigo? Por que eu não consigo me manter longe? Eu me preocupo 24h por dia, eu quero que ela fique bem sempre, para aquele sorriso não ser apagado. Entro pela janela e me aproximo da cama vendo sua calma enquanto dorme, ela parece um anjo. Essa minha necessidade de tê-la por perto me deixa irritado, eu deveria ser frio e calculista, mas parece que essa garota consegue me transformar em um homem com sentimentos. Isso me faz sentir-me estranho. Olho mais uma vez para a pequena. O mundo é um lugar tão c***l, ninguém nesse universo é merecedor dela. Muito menos eu. Merda, eu preciso me afastar. Eu não posso me deixar enganar, eu só iria conseguir machucar ela, eu nunca seria capaz de dar tudo o que ela merece. — Boa noite minha pequena. — Sussurro dando um beijo em sua cabeça. Meu coração se aquece só por seu incrivel cheiro de laranjas entrar em minhas narinas. Como ela consegue ter esse cheiro? Me levanto suspirando, Lhe dou as costas e saio dali. Ela conseguiu me fazer ter um coração, conseguiu que eu a amasse. Por que logo comigo pequena? Por que me fez amar você? .Kitty Pots. - Obligada Volte sempi. - Entrego os lanches da mocinha e ela sorrir. Hoje eu mudei de setor, estou ficando na lanchonete. Ultimamente eu tenho pensado muito no ursinho, ele não apaleceu mais e não está mais me vijiando como antes. Estou com medo de ter acontecido alguma coisa, eu espero que ele esteja bem. Toco meu peito inconscientemente. Ursinho, você está bem certo? Um grupo de meninos e meninas me olham gargalhando, acho que estão rindo de mim. - Bo dia, no ti possu ajuda? - Uma garota se aproxima. - Talvez se você falasse direito. - Ela imita minha voz. - Sua voz é irritante, sua aberração. - Eu possu chama outa pessoa pa atende voxes, se pefililem. Nossa piolidade é sua satisfação. - Digo sorrindo. - c*****o ela é muito esquisita. - Eles riem. Uma garota tenta pegar no meu cabelo mas eu me afasto. - Issu naum é educado. - Digo sorrindo simpática. - A garota que nem sabe falar direito ta dizendo que a gente não tem educação? - Eles são um pouquinho esquisitos. - Eu fiz algo ti naum agadou voxes? Eu peço disculpas. - Eles se entre olham e riem novamente. Eles estão me achando bem engraçada, né? - Acho que ela é demente, coitadinha. - A mocinha faz um biquinho de pena. - Ela é esquisita isso sim. - Continuo sorrindo. - Disculpa eu naum consigo compleender o motivo de naum gostalem de mim, eu fiz algum m*l a voxes? Os importunei de aguma forma? - Minha voz sai gentil, mas por dentro eu estou extremamente magoada, eu sou sempre gentil com a pessoas, porque eles sempre são ruins comigo? Sei que sou muito estranha e meu jeito não é normal, não é mada comum, mas isso da o direito de eles me magoarem assim? Deixa pra lá, eu devo estar sensível hoje. - Oh, ela ta se fazendo de coitadinha. - Uma garota se debruça no balcão e cospe em meu rosto do nada. - Volta pro maternal, aberração. Eles saem rindo. - Kitty você está bem? - Mike me pergunta preocupado. Assinto secando meu rosto com qualquer pano. Um barulho estrondoso faz meu aparelho emitir um som bem desagradável, dou passos para trás com o barulho insistente. Olho para frente e vejo várias pessoas em pânico, um homem mascarado para a minha frente com uma coisa de ferro nas mãos. - Moço eu naum tô ouvino. - Digo calma tentando ajeitar meu aparelho que não para de chiar, meus timapanos doem e eu não consigo me consentrar em nada, nem mesmo em manter meus olhos abertos. Sinto um impacto com meu corpo contra a parede, o meu peito arde por algum motivo e minha visão agora está escura. O que houve? Caio no chão e fico confusa ao ver sangue para todos os lados. Ele... atirou em mim? Eu não sinto mais meu corpo, minha visão vai ficando escura até que eu não enxergo mais nada. - Pequena... pequena... - Ursinho é você?
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