- Não brinca! – Digo irônica sorrindo. - Sim, a conta por favor! – Ele chama o garçom. Não demora muito e o mesmo aparece, ele paga por mim, pois sai sem dinheiro e sem celular. Depois saímos e continuamos nossa caminhada sem rumo. - Quer ajuda com esse gesso? – Ele pergunta. - Você sabe tirar? – Pergunto. - Sim! – Ele diz. Pega meu braço e aperta com força o gesso, e o mesmo se quebra ele rasga a gaze e em poucos instantes estou livre. - Obrigada! – Digo e olho em seus olhos, ruborizo e sorrio. - É imprudente tira-lo sem o auxílio do médico. – Ele diz sorrindo. - Eu tenho que ir para casa agora! – Digo. - Nos vemos amanhã? – Ele pergunta. - Não sei! - Por que? - Talvez você esqueça de mim. - Talvez não! – Ele diz e estende a mão. - Quem você pensa que é, para a

