- Oi Ana Julia, sou eu o Daniel. - Oi Daniel! – Digo meio alegre e muito tímida. - É que eu quero te ver, e pedir desculpa parece que você não gostou e eu acho que interpretei m*l aquela situação. – Ele diz. - Tudo bem, é que eu sou assim meio tímida. – Digo ruborizando. - Aparece na praça as quatro horas! - Esta bem! – Digo, e não pergunto porque. - Eu vou espera-la. - Ok, tchau.- Digo. - Ate logo. – Ele e desliga. Não sei o que sinto, mas parece ser melhor do que sinto por Gregório que é apenas raiva. Olho pela janela e não há movimento na rua, e a casa de Gregório esta fechada. Deito na cama, olhando o teto imaginando como uma pessoa transforma a vida de outra em um caos? Quando chega as quatro horas saio de casa, vou para praça vejo Daniel em um banco sozinho, não vejo

