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1326 Palavras

- Pode ir, quer dizer, quero que vá. – Digo atrapalhada. - Não, você não quer. – Ele diz. - Sabe que horas são? – Pergunto.  - Sei, hora de você tomar um banho se trocar e sair comigo. Vá logo mocinha, se não eu lhe pego e banho você, vai querer que eu faça isso? – Ele se levanta e começa a falar tudo isso como um sermão. E ser banhada por ele seria a última coisa da listas de coisas ruins que eu não aceitaria. - Não, calma! Eu já estou indo. – Digo. – Cara chato agora deu pra bancar o chefe! – murmuro.  - Eu ouvi isso, mocinha! – Ele diz.   Refiro os olhos, isso só pode ser castigo, coisa que eu nunca ouvi falar que inimigos cuidam de inimigos, talvez seja só para irritar o outro. Entro no banheiro e começo a banhar, logo ouço batidas na porta, meu coração gela. - Quem é? – Pergunt

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